Sexta-feira, Julho 29, 2005


Estreamos a peça "A Morte Embebedou-se e Vomitou Minha Vida", no Teatro Saltimbancos, há duas semanas atrás. Ontem tivemos outra apresentação, dentro das festividades comemorativas de dois anos do teatro. É engraçado como eu sempre acho que vou mal, que falho muito, mas o público nada percebe, diz que foi tudo ótimo. As reações espontâneas, ontem, foram novamente positivas, mas eu sempre me cobro a perfeição. Acho que ainda vivo a insegurança da inexperiência, nesse caso aliada a pouco tempo de ensaio da peça.


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Segunda-feira, Julho 25, 2005




Dispara teu grito,
poeta!
separa o joio do trigo -
difunde a palavra
linda e exata e
aborta a palavra
podre e bizarra.
Dá mãos à magia,
poeta!
cria tua poesia e
explode o mundo com a
mais forte alquimia.
Borbulha teu sangue,
poeta!
qual vulcão
jorra teu quente interior
inundado de sabedoria
e emoção.
Venera a arte,
poeta!
declama teu libelo
nos palcos e nas vias,
em manhãs quentes
ou noites frias.
Ama a vida,
poeta!
esteja vivo para sonhar
em mudar o mundo
com teu sentimento
fecundo.

24.03.2005





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Sexta-feira, Julho 22, 2005





Quero ser um poeta tão filho da puta
mas tão filho da puta
que ache rimas perdidas
até em uma perdida
gruta
puta poeta filho da puta que
eu vou ser
acharei versos jogados
em qualquer entardecer
Mas o que vai mesmo me diferenciar
nesse mundo poético do criar
é uma rima ducaralho
que eu vou inventar
afinal qualquer poeta
em seu momento sublime de esteta
já escreveu um poema sensível e bonito
e ali rimou, cheio de faniquito,
"amor" com "dor"
O que eu quero é,
num momento de epifania,
escrever um poema esquisito
e nele rimar, com sabedoria,
"feijão" com "doce-de-leite"

21.07.2005





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Quarta-feira, Julho 20, 2005



cráudio acalmou e tá romântico


Abro todas as janelas
que me ofereçam você na paisagem
quero te ver no campo
na cidade
na miragem
Empreendo todas as estratégias
que te façam cair na minha rede
por você sinto amor
fome
sede
Te dou de presente meu eu
pra você me amar como eu te amo
pra você ser minha
como sou teu

20.07.2005





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cráudio revolto


dou uma porrada
no tempo
me perco na madrugada
cheia de vento
não quero mais saber
das regras do
bem viver
quando a manhã
chegar
estarei ainda acordado
sem estar
quero uma cerveja
um beijo
um amor a me
iluminar
destituo qualquer
esquema podre
que me governe
quero a poesia
minh'alma ferve
jogo no lixo
as cascas do solfejo
prolixo
solto agora um
direto
pra derrubar qualquer
pensamento
metido a correto


17.07.2005



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Segunda-feira, Julho 18, 2005






momentos
de movimentos
ferozes
nossas vozes
gemidos e
gritos
contato
atrito
teu corpo
bonito
me leva
ao céu
teu beijo
mel
teus humores
delícias
amo tuas
carícias

17.07.2005





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teu corpo
conforto macio
no cio
ingresso do
desejo meu
beijo
te envolvo
eu polvo de
tentáculos soberanos
tiranos
a te explorar
cativar
teus olhos
lágrimas de
tesão
percepção
meu íntimo
descarga de emoção

17.07.2005





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Quinta-feira, Julho 14, 2005




um sol
um brilho
teu corpo aqui
meu delírio
meu grito
tesão
o meu corpo
treme
geme
te quer toda
o amor
me arrebata
te rego
com minha nata
num movimento
nervoso
juntos somos tudo
de gostoso

14.07.2005





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Há dias em que este blog recebe até 80 visitas. Mas poucas pessoas, aliás sempre as mesmas, comentam. Comente você também. Diga o que te trás aqui, se o blog está bom, ruim, se gosta ou não dos posts.



Por: Cláudio Bettega - 11:14 AM :: | Toque o seu acorde
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Quarta-feira, Julho 13, 2005






um caminho um carinho um beijo um ninho procuro quero preciso indeciso na vasta vastidão da escuridão quero ponte pra outra dimensão vida em plena amplidão amor alma comunhão





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Terça-feira, Julho 12, 2005





grito aflito meu conflito quero a paz sem nenhum mito me perturbo me conturbo quero a manhã quero a poesia malsã versejar amar cantar colar no mundo um pensamento profundo te amo amor te quero sem pavor te quero com muita cor continuo contribuo me diluo no nascimento do alimento palavra pensamento




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Segunda-feira, Julho 11, 2005





não quero esgotar o manancial quero espremer todo o potencial verter rica lavra em pedra especial cometer a arte em atitude visceral quero o lodo quero o ouro todo quero a vida quero o espírito o palco o salto a espuma o corpo em pluma quero o momento a todo momento quero o invento que invento quero a poesia o teatro em todo e qualquer ato




Por: Cláudio Bettega - 5:02 PM :: | Toque o seu acorde
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meu peito grita
nosso amor
não é mera fita
quero te ter
te beber
te comer
te tragar
me inebriar
com tua presença
e na tua ausência
vou me desesperar
por esperar
o teu corpo
aqui ao meu lado
como tenho agora
quando choras
de emoção
por também me ter
me beber comer enternecer
a madrugada
se desfaz num grito
de um sol bonito
quente e terno
seja no verão
ou no inverno
nós dois juntos
misturamos estações
viajamos por várias
constelações
nos jogamos em
todas as direções
em todas as
emoções
nosso amor
nos faz ser um
não nos permite
sofrer mal nenhum


11.07.2005






Por: Cláudio Bettega - 4:31 PM :: | Toque o seu acorde
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Terminou a temporada de aulas abertas no Pé no Palco ontem, dia 10. Assisti aos grupos Essência, Trufas, Esparadrapo, MariaMores e atuei no grupo Os Idiotas. Gostei dos espetáculos, que apresentaram processos de encaminhamento para as peças de final de ano em alguns casos. A grande surpresa pra mim foi a apresentação do grupo MariaMores , com sua peça Ex-finge. É um grupo novo, mas conta também com alunos mais experientes. Todos muito seguros de si e da cena, num espetáculo entremeado por músicas de Tom Zé, a grande paixão do diretor Alexandre Bonin. O espetáculo termina com um poema do Diogo, aluno também atuante, que segue abaixo. Merda.




AMAR-TE

A arte é o ser humano
É o querer ser o que quiser, o que há para se querer
É o ter, poder ter
É o que se vê, o que é invisível e que no escuro aguça a criatividade
A imaginação
É o que fazer e o que não se quer fazer
O que se toca
O que te toca
O que sente, e derepente é previsível quando diz
E melhor compreensível se contradiz
Pois para bom ator meio resto do que existe é um mundo
E meio mundo é um absurdo que vem a ser abstrato tamanha exuberância
É humildade
É ganância
É vontade livre e consciente de praticar conduta pró ou contra outrem
É dor, é sede e fome de alegria
Karma e Espírito
Elo de Corações
Separações
Que nos encontros e desencontros deste mundo da imaginação
Encontra a paz e o caos no universo interior
Deste templo sagrado chamado ator

Diogo Zavadzki





Por: Cláudio Bettega - 9:46 AM :: | Toque o seu acorde
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Sábado, Julho 09, 2005






corro escorro pelas ruas pelos palcos solto gritos gemidos interpretações doações da alma a deus aos seus pedidos transmito transgrido me entorpeço me esqueço me entrego sou eu sou alguém sou você também





Por: Cláudio Bettega - 9:05 AM :: | Toque o seu acorde
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Quinta-feira, Julho 07, 2005




recebo teu corpo
neste frio
para o meu não ficar
vazio
me tentas
me inventas
me esquentas
com um calor
que é puro frescor
de amor
minh'alma sente a fina
flor do teu perfume
não há mais nada
que me derrube

07.07.2005





Por: Cláudio Bettega - 12:18 PM :: | Toque o seu acorde
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Quarta-feira, Julho 06, 2005



mesa do café, em 05.07.2005
eu e meu novo amigo poeta diogo interpretamos ( não interTREepamos, maldosos)
em poesia um casal
o robson preencheu o resto do guardanapo com seu habitual lirismo




Diogo Zavadzki:

Não acaricie os meus cabelos esta noite
Eu já não tenho saudades
Não deixe o lençol cair quando se levantar
Não esqueça de trancar a porta
Se já não tenho saudades
Não há o que avisar
Não me deixe recado


Cláudio Bettega:

não te avisarei da
última força que me
move
tua súplica
me comove


Diogo Zavazki:

Não bata a porta do carro
Não beije o lencinho branco
Destrua o que restou do passado
Queime o lencinho
Hoje o nosso amor
É uma lembrança
Esqueça


Cláudio Bettega:

esquecerei do nosso amor
e te darei um novo porvir
te embriagarei de
contentamentos
em forma
de lágrimas pra você
continuar a
me sentir


Diogo Zavadzki:

Já não quero sentir
Saudades já não tenho
Não há o que porvir
O que me resta não nos resta
Não há nada em meu peito


Robson Oliver:

Viu-se refletido em nada
E em noite cúmplice se
Descabelou
Viveu sem horizontes ou
Portas entre-abertas ao
Amanhecer
Carente de palavras,
Farto de carícias
Em ventre aberto
Sem teto dia-a-dia
melancolia







Por: Cláudio Bettega - 3:37 PM :: | Toque o seu acorde
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Terça-feira, Julho 05, 2005






ação contração cena contracena parte aparte vida morte vida plena lóbulo da orelha glóbulo do sangue arte constante fúria som urbe campo mangue teóricos apócrifos praticantes rompantes amor





Por: Cláudio Bettega - 10:00 AM :: | Toque o seu acorde
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Segunda-feira, Julho 04, 2005







vocalizo e memorizo o texto esgarçado da matéria teatral visceral poética minha alma produz o contentamento do invento soberano quero ano após ano a força da histeria da magia da arte pura a viagem cheia de candura violência cor derretimento esgotamento doação ação correlata concreta inata magnata ser fruidor do sabor fiel da massa concreta dissolvida em palavra teor emoção vida paixão





Por: Cláudio Bettega - 8:06 PM :: | Toque o seu acorde
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persigo o senso do não-consenso quero o vento invento do novo criar artístico protegido pela desproteção do inseguro e do inédito quero a crítica a voz a aceitação o cuspe a discórdia quero a paródia a paranóia a esbórnia o reto o concreto o maleável quero o não quero o quero quero ser eu quero ser museu quero ser deus quero ser ateu quero ser quero ter quero fenecer te quero comigo vamos brotar jorrar regar vamos barbarizar harmonizar vamos nos doar




Por: Cláudio Bettega - 4:10 PM :: | Toque o seu acorde
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Sábado, Julho 02, 2005


Dias 06/07, às 20 horas, e 09/7, ao meio dia, o grupo do Pé no Palco de que faço parte, OS IDIOTAS, estará exibindo seu processo de pesquisa na linguagem de desenho animado, em aulas abertas. O Pé fica na Conselheiro Dantas, 20, defronte à churrascaria paiol. Durante a semana inteira haverá apresentações das turmas. Informações no telefone 30 29 68 60


Por: Cláudio Bettega - 9:33 PM :: | Toque o seu acorde
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Quero escrever um poema longo
conceber muitas imagens
verter várias idéias
Desses poemas que falam de tudo
até da casinha do cachorro
da cortina queimada
do chocolate quente com gemada
Tão breve às vezes sou
tão sem jorro criativo
que agora quero ir
do solo ao infinito
Quero cruzar os mares
continentes
sair da minha província
voar pelos ares
Encontrar outros poetas
discutir o "Navio Negreiro",
"Os Lusíadas"
aprender a ouvir
tentar me desinibir
Quero criticar o governo
mudar a realidade
do meu País enfermo
Os dias de sofrimento
vou deixar para trás
As vestes, os costumes
todo o caldo de cultura
toda a vida, tão escura
quero tudo mudar
Vou procurar um café
em que declamem poesia
vou trabalhar com palavras
e ganhar meu dia a dia
Os cristais, os azulejos
os discos de vinil
os olhares de perfil
tudo tudo vai ser meu
até peças de museu

O poema já é longo
já concebi idéias
verti imagens
tracei alguns planos
quis até voar no céu
Agora, agora vou ler mais poesia
dessas que também falam de tudo
que cantam o mundo
que descobrem o ser profundo
Que percorrem toda a alma
e fazem da vida, calma


29.07.2000








Por: Cláudio Bettega - 9:24 PM :: | Toque o seu acorde
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Sexta-feira, Julho 01, 2005


A ARTE DA BARGANHA


Enxergo a Política como uma arte. Ultimamente, estou lendo "A Política", de Aristóteles, "A República", de Platão, já li "O Príncipe" de Maquiavel há muito tempo, assim como "O Manifesto Comunista", de Marx e Engels. Preciso ler "O Capital", desses mesmos dois filósofos, que, à despeito de ser uma crítica ácida e revolucionária ao capitalismo, é respeitado até por economistas de direita como uma análise precisa das relações sociais nesse sistema.
Como sou um ser de humanidades - estudo teatro, escrevo poemas, estudei comunicação - tenho obrigação de ler todas as obras importantes relacionadas à filosofia, à política e à sociologia. Confesso que comecei tarde, na faculdade interessava-me mais por ler literatura e livros de comunicação e por comerciais de televisão e filmes e jornais e revistas do que por obras fundamentais para o espírito humanista.
Dentro dessa minha aventura por esta vida, e dentro do contexto atual de formação da sociedade, não vejo outro meio de desenvolvê-la se não pela política como arte. Eu falo da necessidade de teorizar as relações e depois humanizá-las e até espiritualizá-las. Hoje, acho que os governos deveriam ser compostos por profissionais de administração pública, sociologia, psicologia, direito, eivados de espírito político real, e não apenas por policozinhos profissionais sem formação, que acreditam apenas nas conversas de bastidores.
Mas já que vivemos o processo democrático de voto, elegendo as pessoas que nos governam, tenho que aceitar e analisar dentro desse processo. Pois bem: Fernando Henrique foi uma enorme decepção pra mim. Apesar de não ter votado nele, esperava que o sociólogo de estirpe que ele é não se preocupasse apenas com o trabalho de base macroeconômico, favorável ao grande sistema, mas tivesse uma política social contundente.
E o PT foi a maior decepção política da minha vida. Um partido de base social e intelectual, agrupando prática sindical de peões com teóricos de universidade, que sempre discursou pela ética na política, de repente assume e mimetiza-se dentro do corriqueiro do poder. Minha esperança de ver a arte da retórica progressista (mesmo que com os defeitos gramaticais do Lula, o que interessa aí é o conteúdo) sair do discurso e dos debates e ser posta em prática, buscando a ação social, foi toda diluída por uma política suja e corrupta, igual às anteriores.
Concordo que todos os cidadãos devem participar politicamente para o progresso. A cada parafuso apertado, a cada cirurgia, a cada peça de teatro montada, a cada poema escrito, a cada defesa de réu, estamos agindo politicamente pela transformação. E devemos ir além. Eu, por exemplo, ainda sou apenas estudante de teatro, mas pretendo fazer no futuro ações voluntárias em hospitais de crianças, escrevendo e atuando em peças educativas e de diversão, para animar as crianças carentes e doentes.
Mas acho que isso só, o nosso lado, não basta. Precisamos de uma ordem política moralizada, gerida por governantes cônscios da necessidade do ideal, e não apenas da bravata. Ontem, vendo um pedaço do depoimento do Roberto Jefferson, me ficou claro que a consciência que todos os políticos brasileiros têm é a do processo todo carcomido, e mesmo assim se locupletam a partir dele, seja em doações de campanha ou em balcão de negócios no planalto e no congresso. Está ficando cada vez mais claro que o desejo dos que lá chegam é o de se perpetuar no poder não pelo prazer idealista de ajudar a sociedade a se tranformar, mas pelo prazer de ter esse poder e receber mordomias.
Esperava, real e ingenuamente, que ex-guerrilheiros, ex-sindicalistas, acadêmicos etc tivessem senso de ideal para a mudança. Não, são mais do mesmo, são os novos meros artífices da arte da barganha.




Por: Cláudio Bettega - 2:29 PM :: | Toque o seu acorde
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Cláudio Bettega (chfb)

 Nascido em Curitiba - PR (onde resido), em 12.junho.1971  

Formado em Publicidade e Propaganda.
Estudante de Teatro.
Poeta.

"O importante não é o que fazem com você, mas sim o que você faz com o que fazem com você."
Jean Paul Sartre

"A arte nasce a partir do momento em que viver não é mais suficiente para exprimir a vida."

"Só há duas coisas realmente importantes no mundo: o amor e a arte."
Oscar Wilde


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