Faça poesia
faça essa arte
seja aqui
ou em marte
produza poemas
cheios de rimas
ricas ou pobres
cheirando a ouro, prata
ou cobre
se preferir
verseje brancamente
o importante
é que você me oriente
pelos veios e veias
desse mundo
através das palavras
e idéias
que eu persiga
e digira
arte encantada
que a inteligência admira
Por: Cláudio Bettega - 2:14 PM :: | Toque o seu acorde
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Hoje é aniversário da mamis!!!!!!!!
Por: Cláudio Bettega - 10:34 AM :: | Toque o seu acorde
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Visceral
a arte que domina
meu corpo teatral
a alma
minha palma
que empunha a pena
e forja o poema
comandada
pelo sistema
de criação sem
definição,
exatidão
livre é
a vida
mesmo quando
oprimida
27.08.2004
Por: Cláudio Bettega - 6:48 PM :: | Toque o seu acorde
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Por: Cláudio Bettega - 12:39 PM :: | Toque o seu acorde
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quero teu
eu
quero meu sexo
no teu
quero teu beijo
quero teu
líquido vaginal
teu deleite
animal
quero teu sabor
quero a vida
do teu sentido
teu gemido
gozo
quero teu
ser
tua alma
quero teu interior
num orgasmo
quero nosso
contato
quero sentir
teu corpo
com meu tato
num espasmo
de amor
23/25.08.2004
Por: Cláudio Bettega - 2:37 PM :: | Toque o seu acorde
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Olimpíadas na Grécia
CICLOPES - "Aqueles que tem um olho redondo." Seres gigantescos e com um só olho no meio da testa. Eram de quatro espécies: os ciclopes uranianos, os ferreiros, os construtores e os pastores. Os primeiros, nascidos da união de Céu (Urano) e da Terra, caracterizavam-se pela força e habilidade manual. Foram lançados ao Tártaro por seu pai, receoso de que lhe tomassem o poder. Mais tarde, com a ajuda de Saturno e sua mãe, revoltaram-se e ganharam a liberdade. Novamente encerrados nos Infernos, agora por Saturno, foram soltos, definitivamente, por Júpiter, ao qual se aliaram nas lutas pelo domínio do mundo. Tomaram então os nomes de Arges, Estérope e Brontes, que, respectivamente, significam: relâmpago, raio e trovão, armas que oferecem a júpiter. Deram a Plutão um capacete e a Netuno, o tridente. Foram mortos por Apolo, que não os perdoara por terem fabricado o raio com que Júpiter fulminou Esculápio. Os ciclopes ferreiros, dos quais Pirácmon e Acamas eram os mais conhecidos, viviam na Sicília. Habitavam o coração dos vulcões, onde Vulcano, seu chefe, instalara suas forjas e oficinas. Fabricavam não só as armas dos deuses, mas também objetos de adorno e de utilidade. Quanto aos ciclopes construtores, atribui-se-lhes a construção de todos os monumentos pré-históricos da Grécia e da Sicília. Erigiram também as muralhas ciclópicas de Micenas e Tirinto. Estas obras foram feitas com blocos de pedra cujo peso e tamanho desafiam as forças humanas. Os ciclopes pastores constituíam uma população de gigantes brutais, sem fé nem lei e cuja única riqueza eram os rebanhos de carneiros. Colhiam sem fazer uso de qualquer técnica agrícola. Levavam vida selvagem, cada um habitando sua própria caverna. Eram antropófagos; devoravam os seres humanos que se aventuravam a passar por suas terras. Durante sua peregrinação, Ulisses e seus companheiros defrontaram-se, na Sicília, com Polifemo, o mais temível desses ciclopes.
fonte:dicionário de mitologia greco-romana - abril cultural
Por: Cláudio Bettega - 1:14 PM :: | Toque o seu acorde
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Segunda-feira, Agosto 23, 2004
Lembro-me de um personagem do Jô no programa "Viva o Gordo", dos anos oitenta da Rede Grobo. Ele dizia: 'Eu acrediteeeeeei. Eu me odeio." Pois é, eu acrediteeeei que o PT era diferente. Eu me odeio. Temos mesmo é que acreditar nos maiores idealistas, os Poetas. Um deles, Cazuza, disse uma vez: "Eu vejo o futuro repetir o passado, eu vejo um museu de grandes novidades..." Se eu assumisse essa porra de presidência, todos os políticos imundos iriam ver o que é bom pra tosse. Mas isso é muito sujo pra mim. Vou partir pro trabalho voluntário.
Por: Cláudio Bettega - 2:26 PM :: | Toque o seu acorde
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Olimpíadas na Grécia
MUSAS - filhas de Júpiter e Mnemósine. Alguns autores, entretanto, consideram-nas filhas do Céu e da Terra; outros, de Píero e Antíopa ou Pimpléia, e terceiros, ainda, de Júpiter e Pimpléia. Na tradição mais corrente, eram nove: Calíope, Clio, Érato, Euterpe, Melpômede, Polímnia, Talia, Terpsícore e Urânia. Segundo uma versão primitiva, elas eram Ninfas habitantes das montanhas, das margens dos rios e das fontes. Deste ambiente bucólico foram
depois elevadas a divindades inspiradoras da poesia e do canto. Os poetas apoiavam-se em seus dizeres para não correrem o risco de contar coisas falsas aos homens, embora não raro transmitissem essa verdade como fantasia. Durante o tempo que permaneciam no Olimpo, as Musas entretinham os deuses com seus coros e danças. Além da arte, presidiam ao pensamento sob todas as suas formas: eloquência, persuasão, sabedoria, história, matemática, astronomia. Ditavam aos reis as palavras necessárias para apaziguar as querelas e restabelecer a paz entre os homens. Habitavam o monte Helicão, na Beócia, a região da Piéria, na Trácia, ou o monte Parnaso, na Fócia. No monte Helicão, lugar cheio de bosques e fontes, as Musas estavam colocadas sob a dependência de Apolo, que dirigia seus cantos em torno da fonte Hiprocrene. Primitivamente, as Musas eram representadas como virgens de comprovada castidade. Puniam severamente quem ousasse tocá-las. Mais tarde, essa idéia modificou-se, havendo mesmo relatos sobre suas uniões e seus filhos. Originário da Trácia, onde está seu mais antigo santuário, o culto das Musas estendeu-se para a Beócia, adquirindo maior
importância em torno do Helicão. Em Delfos, eram veneradas no templo de Apolo. Possuíam santuários ainda em Esparta, Trezena, Sícion e Olímpia, nas ilhas e em várias cidades da Magna Grécia. Em sua homenagem eram feitas libações de leite, mel e água. Representavam-nas como mulheres de rosto sorridente ou preocupado, segundo a função que se lhes conferia, vestidos folgados e manto.
GRAÇAS - Aglaia, Eufrosina e Talia, filhas de Júpiter e Eurínome. Personificavam a beleza e o encanto. Incumbiam-se de espalhar alegria na natureza, no coração dos homens e mesmo entre os deuses. Presidiam ao prazer da conversão e às boas relações sociais. Costumavam atribuir-lhes toda sorte de influências sobre os trabalhos do espírito e obras de arte. Habitavam no Olimpo, em companhia das Musas, com as quais, às vezes, formavam coros. Pertenciam ao séquito de Vênus, embora acompanhassem também Minerva, Apolo, Eros e Baco. As Graças são representadas sob forma de três jovens nuas, das quais uma dirige o olhar em direção oposta ao das outras duas.
Fonte: dicionário de mitologia greco-romana - abril cultural.
Por: Cláudio Bettega - 11:02 AM :: | Toque o seu acorde
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Segundo o jornal "Folha de S. Paulo", onze por cento dos brasileiros de 20 a 55 anos preferem televisão a sexo. Putz. Não suporto televisão há muito tempo. Em se tratando de expressão, tenho preferido teatro e poesia, esta com sexo, inclusive...
fortes teus olhos me dizem da beleza
que os olhos normais não enxergam não a tem
disparo meus sons aos ouvidos mais próximos
caminho em direção do lapso do discurso
me atenho a respeitar a vida dos desviados
procuro a carência perdida e a nutro
conquisto uma vaga na lista dos anjos
mordo o mamilo produzo o gemido
afago as madeixas penetro teu segredo
escuto o lamento do fatigado movimento
destruo a lembrança do que não me é
encontro o orgasmo lacrimejo nosso amor
31.01.2004
Por: Cláudio Bettega - 5:00 PM :: | Toque o seu acorde
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Hoje meu pai faria 72 anos. Faleceu em 1996. republico o poema que escrevi em memória dele, um grande artista tanto imagético quanto textual. O poema consta do meu livro, ontem - finalmente! - registrado:
vejo a fotografia
poesia estática
fina pintura
do real
informação precisa
delicada
retrato intenso
e total
Deus te abençoe onde você estiver, FRANCISCO BETTEGA NETTO
Por: Cláudio Bettega - 10:38 AM :: | Toque o seu acorde
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sensação única,
ver-te assim,
úmida,
pronta pro amor;
carícias
energia
química
e calor.
Por: Cláudio Bettega - 10:51 AM :: | Toque o seu acorde
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Segunda-feira, Agosto 16, 2004
Finalmente...
...alguém me disse o que tenho no ombro esquerdo: depois de meu massagista ter desconfiado de um pinçamento, do médico ter pedido Rx e Ecografia e não ter diagnosticado nada, a modelaça Alessandra, fisioterapeuta da Cenpre, deu três toquinhos aqui, uma movimentadinha ali, e descobriu um estiramento no Manguito Rotador. Com os exageros de movimentos do braço nos ensaios para a peça, houve o problema, que só começa a doer mais tarde, o que de fato ocorreu. Manguito. Rá. Nome de jogador de futebol da suburbana. Ou do Atrético. Lá vou eu pra umas 30 sessões de fisioterapia. Que desagradável, ficar nas mãos das modelaças. Quá!
Por: Cláudio Bettega - 2:03 PM :: | Toque o seu acorde
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Olimpíadas na Grécia
CÉU - Nome latino de Urano. As versões sobre sua origem são as mais variadas. Alguns fazem-no filho da Noite; outros dão-lhe a Terra como mãe. Na tradição mais corrente, o Céu figura como esposo da Terra. Com esta teve os Titãs, os Ciclopes e os Hecatônquiros. Detestava os filhos e, logo após o seu nascimento, escondia-os no seio da terra, condenando-os a viver ali para sempre. Com essa violência suscitou a revolta da Terra, que decidiu vingar-se; reuniu seus filhos e disse que um deles deveria punir o pai. Todos se recusaram, salvo Saturno, o mais jovem. Na Noite seguinte, quando o Céu se uniu à Terra, Saturno, com uma foice, cortou-lhe os testículos e lançou-os ao mar. As gotas de sangue que caíram fecundaram novamente a Terra, dando origem às Erínias ou Fúrias. Dos testículos jogados ao mar, surgiu uma espuma da qual nasceu Vênus.
TERRA - Nome latino de Gaia. Surgiu do Caos. Sem princípio masculino, engendrou o Céu, as Montanhas e o Mar. Uniu-se ao Céu e teve os Titãs, os Ciclopes e os Heratônquiros. Forneceu a Saturno a foice com que ele mutilou o pai. Fecundada pelo sangue que correu do ferimento, gerou as Fúrias, os Gigantes e as Melíades. Com o Mar, teve Nereu, Taumante, Fórcis, Ceto e Euríbia. Uniu-se ainda ao Tártaro e engendrou, segundo uma tradição, Tifão e Equidna. Alguns autores atribuem-lhe a origem de outros numerosos monstros: Pitão, Caribde, Anteu, Fama. Pouco a pouco, a Terra, símbolo da fecundidade, passou a ser considerada com a mãe do universo e dos deuses. Era tida como inspiradora de vários oráculos, mais antigos e seguros que os de Apolo. Com o dsenvolvimento do mito, confundiu-se com Vênus, Ceres, Cibele ou Juno. É representada como uma mulher gigantesca, de formas pronunciadas e seios grandes.
fonte - dicionário de mitologia greco-romana - abriu cultural
Por: Cláudio Bettega - 9:04 AM :: | Toque o seu acorde
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Olimpíadas na Grécia
CAOS - espaço aberto, matéria rude e informe, à espera de ser organizada, onde se encontram os princípios de todas as coisas. Nesse espaço surgiu a Terra. Genealogicamente, Caos deu origem ao Ébano e à Noite, de que procedem o Dia e o Éter; a Terra gerou o Céu, as montanhas e o Mar. Aos poucos, o Caos foi se constituindo e ordenando por meio de Eros, a forma que leva em si os elementos de agregação e combinação. A Terra uniu-se ao Céu e nasceram as divindades primordiais (das quais surgiriam os deuses olímpicos), os Titãs e os Ciclopes.
fonte: dicionário de mitologia greco-romana - abril cultural
Por: Cláudio Bettega - 10:22 AM :: | Toque o seu acorde
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por esse caminho
caminham meus pés
bem devagarinho
procuram um porto
que traga alegria
quem sabe
sua companhia
Por: Cláudio Bettega - 9:51 AM :: | Toque o seu acorde
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Olimpíadas na Grécia
EROS - Uma das divindades primordiais. Segundo Hesíodo, Eros nasceu ao mesmo tempo que a Terra e saiu do Caos primitivo (como tal era adorado em Téspias sob a forma de uma pedra bruta.) Segundo os órficos, nasceu do ovo primordial, engendrado pela Noite, e cujas metades, ao se separarem, formaram a Terra e o Céu. Eros é a virtude atrativa que leva as coisas a se juntarem, criando a vida. É uma força fundamental do mundo; assegura não somente a continuidade das espécies, como a coesão interna do Cosmos. Em torno desse tema, autores de cosmogonias, poetas e filósofos têm feito numerosas especulações. Opondo-se à tendência de considerar Eros como um dos grandes deuses, surgiu a doutrina apresentada sob a forma de mito no Banquete, de Platão. Nessa obra, eros aparece como um "dáimon" (força espiritual misteriosa), intermediário entre os deuses e os homens. Segundo Platão, teria nascido da união de Poros (Recurso) e Pênia (Pobreza), no jardim dos deuses após um festim para o qual foram convidadas todas as divindades. A esta origem deve caracteres bem significativos: sempre em busca de seu objetivo, como Pobreza, ele sabe imaginar um meio de chegar a seu alvo, com Recurso. Longe de ser um deus poderoso, é uma força sempre insatisfeita e inquieta.
CUPIDO - Deus do amor entre os romanos. Bem mais que o Eros grego, com o qual costuma ser identificado. Cupido personifica a paixão arrebatadora. Representam-no como uma criança alada, nua, armada com arco e flecha ou com elmo, espada e escudo.
SELENE - Nome grego da Lua
LUA - Filha de Hipérion e Téia, do titã Palas ou do Sol, conforme diferentes tradições. Uniu-se a Júpiter e teve uma filha, Pândia. Na Arcádia, foi amante de Pã, que a presenteou com um rebanho de bois brancos. Segundo uma versão, uniu-se ao pastor Endimião e teve cinquenta filhas. Em Roma, possuía um templo no monte Avenino. Tida como divindade secundária, foi assimilada a Diana. Costumam representá-la como uma bela jovem que percorre o céu num carro de prata puxado por dois cavalos.
fonte: dicionário de mitologia greco-romana - abril cultural
Por: Cláudio Bettega - 8:00 AM :: | Toque o seu acorde
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"Não se lê ou escreve poesia pra ser bonitinha, mas sim porque somos membros da raça humana. E a raça humana está imbuída de paixão e loucura. Medicina, pedagogia, direito, administração, engenharia, são ocupações nobres, necessárias à vida. Mas poesia, beleza, romance, amor, isso é o que nos mantém vivos".
Robin Willians no filme "Sociedade dos Poetas Mortos"
Traficado do Fratura Exposta, blog do meu amigo P_A. Thanks, captain my captain...
complemento dizendo que Poesia me mantém vivo porque É a própria vida!!!
Por: Cláudio Bettega - 10:38 AM :: | Toque o seu acorde
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Olimpíadas na Grécia
OLÍMPIA - 1) Epíteto de Juno, venerada em Olímpia, cidade da Élida.
2) Cidade da Élida, ao norte do rio Alfeu, onde, a cada quatro anos, eram celebrados os Jogos Olímpicos.
3) Fonte localizada na região do monte Olimpo. Nas suas imediações, saíam chamas da terra. Os árcades viam em tal fenômeno um remanescente do combate entre os Gigantes e os deuses.
OLÍMPICOS - Jogos realizados em olímpia, cidade da Élida. Eram os mais solenes e concorridos dos jogos nacionais gregos. Consagrados a Júpiter, celebravam-se, a cada quatro anos, durante cinco ou seis dias do mês de julho.
Mensageiros enviados a toda a Grécia anunciavam-nos com antecedência. Sua instituição é atribuída a Pélope, para comemorar sua vitória sobre Enômao. Entretanto, Hércules realizou-os com tal pompa que passou a ser indicado como fundador. Os Jogos Olímpicos constituíam-se de corridas a cavalo ou em carro, lutas atléticas e representações dramáticas. Aos vencedores eram ofertadas simples coroas de ramos de oliveira ou de loureiro. O maior prêmio consistia nas aclamações da multidão e nas homenagens tributadas aos vitoriosos em suas cidades.
NIKE - Nome Grego da Vitória
VITÓRIA - Nome latino de Nike. Filha do titã palas e de estige. Segundo outra versão, era companheira de Minerva. Personificava o triunfo guerreiro. Participava também da vida civil, presidindo os jogos ginásticos, as artes e os trabalhos artesanais. Era representada sob os traços de uma mulher alada, portando uma palma e uma coroa, símbolos da vitória. Voando com grande rapidez, guiava deuses e heróis em suas façanhas.
fonte: dicionário de mitologia greco-romana - abril cultural
Por: Cláudio Bettega - 9:28 AM :: | Toque o seu acorde
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Segunda-feira, Agosto 09, 2004
Por: Cláudio Bettega - 11:33 PM :: | Toque o seu acorde
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Quá quá quá!!!! Eles tudo pensaro que nóis era diferente!!! Quááááááá!!!
Por: Cláudio Bettega - 11:35 AM :: | Toque o seu acorde
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Existência. Nossos compromissos nela/com ela. Cabe aqui a surrada palavra "missão". O herói brochando em seus poderes especiais, por querer viver como todos, ser um homem comum. Poderia? Deveria? Não. Missão é missão. Emblemático filme em que o herói aparece sem máscara para seus protegidos, depois dos conflitos internos. O homem se misturando novamente ao herói incorrigível. Que se revela ao amigo como o perseguido inimigo (embate provável para o próximo filme).
E, finalmente, o segredo revelado, o amor realizado, a conquista da mulher amada, que passa a entender tudo, a postura antes reticente do amado - e agora o vê como homem e mito mimetizados. E, no take final, a bela namorada deixa clara sua preocupação com o futuro. Olha ao longe, esperando os dramas do próximo episódio. Agora, só em 2007.
Por: Cláudio Bettega - 11:16 AM :: | Toque o seu acorde
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reproduzo, com atraso imperdoável, o maravilhoso post que meu amigo fernando me dedicou no
www.psycodelico.weblogger.terra.com.br
segunda-feira, 5 de julho de 2004
Um AMIGO
O que direi é simples, porém, profundo!!!
O motivo que me leva a escrever este post refere-se ao presente que ganhei e que é de extrema valia.
Numa palavra, poesia
Num gesto, abraço
Uma verdade, olhar
Num grito, protesto
Nas ruas, grandeza
No palco, entrega
Na poesia, profundidade
No geral, qualidades
Em minha vida, Meu amigo
Discorrer sobre uma pessoa, ou simplesmente pensar.
Ver no olho a alma de um artista que tem no sangue o que o pulsa e o move, a arte.
O que posso fazer é simplesmente agradecer a Deus por me proporcionar um grande amigo
Abraços Cláudio Henrique Franco Bettega
Posted by Fernando at 12:20:45
Por: Cláudio Bettega - 7:39 AM :: | Toque o seu acorde
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Hoje farei exames no ombro - Rx e outro que me esqueço o nome. Segundo o médico, pode ser pinçamento, etcs etcs e até rompimento do tendão. Eu acho que se tivesse rompido, no momento do exercício nos ensaios da peça, teria doído à beça, mas segundo o doctor não necessariamente. Se for rompimento, lá vou eu de novo enfrentar uma cirurgiazinha. Prefiro que seja apenas algo que necessite fisioterapia - não que eu queira ir de novo para as mãos das lindas fisioterapeutas da clínica Cenpre, imagine...
É que é mais fácil (tá certo, confesso, e agradável rs rs rs)
Por: Cláudio Bettega - 9:49 AM :: | Toque o seu acorde
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CHEIRO DO MATO
Quando eu me lembro
Do cheiro do mato
Da beira da estrada
De comer pinhão
Me lembro do amor
De uma árvore
Sem esperar pra ver
Nascer a flor
Eu vou seguindo caminhando
Me espalhando
Tirando poeira
Do meu coração
Eu vou, eu vou
Sem olhar pra trás
Eu quero ir embora
Antes de parar
No meu caminho
Tenho mais de quatro nortes
Pra iludir uma só morte
Se pensa em me segurar
Lá no meu campo
Nunca tive bandeira
Se preciso dou rasteira
Vou cantar em outro lugar
Por: Cláudio Bettega - 9:14 AM :: | Toque o seu acorde
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rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs...
Por: Cláudio Bettega - 8:34 AM :: | Toque o seu acorde
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Segunda-feira, Agosto 02, 2004
Por: Cláudio Bettega - 9:04 AM :: | Toque o seu acorde
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Teatro. Poesia. Arte. Filosofia. Debate. Interferência no normal. Fernando Treplev Ivanov e Cláudio Ivanov Treplev esperamos todos no
www.nossopalco.blogger.com.br
Por: Cláudio Bettega - 10:40 AM :: | Toque o seu acorde
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Nascido em Curitiba - PR (onde resido), em 12.junho.1971
Formado em Publicidade e Propaganda.
Estudante de Teatro.
Poeta.
"O importante não é o que
fazem com você, mas o que
você faz com o que
fazem com você"
Jean Paul Sartre
"A arte nasce a partir
do momento em que viver
não é mais suficiente
para exprimir a vida"
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