Madrugada
fernando kadlubiski
Através do tempo, vejo meu tempo passando,
pelo tempo, tenho uma prévia noção do amanhã,
hoje, um dia depois da prévia,
calco os acontecimentos na medida em que o sol vai se mostrando absoluto.
No esplendor das palavras que vão surgindo,
desenho, sem preocupação,
um manto azul, um verso sem métrica,
um diagnóstico do rosto,
um semblante, o mesmo visto por mim no espelho e
criptografado pelas teclas que compõe este ornamento de "modernidade"
Subsequente ao dito, temos um frontispício do agora...
Da janela ou da porta, penso que meus olhos podem embaciar-se, porém,
a culpa, é exclusivamente dela, a janela...
Bom Dia, Dia Belo!!!
Leve-me consigo e seu soturno despertar
e mostre seu encanto amável ao poeta que te queres para viver...
Por: Cláudio Bettega - 6:58 PM :: | Toque o seu acorde
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abro meu muro
picho as palavras
que me vem de repente
me enrolo
qual serpente
na dúvida
do que dizer...
hoje minha
paranóia se
localiza
na cervical
tenho medo
ojeriza
de que minha artrose
atinja
a medula espinhal
vou ao médico
especialista
na segunda
provável
mais fisioterapia
pra tirar um
pouco a dor que
agonia
o cara vai ver meu
ombro paralisado
que sofreu lesão
na minha entrega
amorosa
ao tablado
domingo recomeçam
as aulas
vou fazer os movimentos
possíveis
viver os momentos teatrais
aumentar
da consciência
os níveis
Por: Cláudio Bettega - 11:22 AM :: | Toque o seu acorde
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Meu colega teatral-amigo-comparsa Fernando tem mais uma casa agora. Recomendo!!!
www.cafedoblog.blogger.com.br
Por: Cláudio Bettega - 9:38 AM :: | Toque o seu acorde
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ser que levita
rubrica
com tua imagem
este teu muro
de palavras
faz uma homenagem
a quem
captou
teu nobre momento
valeu mário
sua/minha foto
tem sentimento
é feita com amizade
e para sua
sorte e felicidade
o modelo é belo
e muito fotogênico
Por: Cláudio Bettega - 9:52 PM :: | Toque o seu acorde
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semana que vem registrarei nos direitos autorais os cerca de sessenta poemas que vão compor meu primeiro livro!!!!!!
a suzane gantzel fará a diagramação do boneco e assessoria de imprensa do lançamento, e a silviane gantzel a capa do meu pimpolho!!!!
Por: Cláudio Bettega - 7:14 PM :: | Toque o seu acorde
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um prato de comida
pra matar
a fome
um jorro de poesia
o prato
que meu espírito
come
06.04.2001
Por: Cláudio Bettega - 10:37 AM :: | Toque o seu acorde
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Vou escrever este poema breve
Que seja leve
E traga a neve
Pra esfriar
Meu coração
Que não quer mais sofrer
Por você
Vou debulhar minhas lágrimas
E esquecer o sentimento
Acordar e dar risadas
E admirar o firmamento
E por fim
Vou trafegar por nuvens brandas
Descobrir o sonho e vencer
A batalha
Que é viver.
31.07.2001
Por: Cláudio Bettega - 12:01 PM :: | Toque o seu acorde
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... rachou!!...
o concreto já rachou!!...
Por: Cláudio Bettega - 1:33 PM :: | Toque o seu acorde
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INTERFIRA!!!!
http://interferencia.zip.net
Eu e meu amigo Cleverson Fernando te receberemos muito felizes!!!!!
Por: Cláudio Bettega - 7:35 PM :: | Toque o seu acorde
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Rapaz insensível meu amigo Cerjo. Mandei por e-mail o poema do dia 21 (publicado ontem, dia 21), ele disse que prefere esse aí. Cerjo, tasca o autor da pérola nos comments... Ou faz parte dos ANAIS SEM DONO da sabedoria popular??
POESIA DE POBRE
o pássaro do rico é canário
o pássaro do pobre é urubu
o rabo do rico é ânus
e rabo de pobre é cú.
a moça rica é bacana
a moça pobre é xereta
a periquita da rica é vagina
a da pobre é buceta
o rico correndo é atleta
o pobre correndo é ladrão
o ovo do rico é testículo
o do pobre é culhão
a esperança do rico vem
a do pobre já se foi
a filha do rico menstrua
a do pobre fica de boi
o rico usa bengala
o pobre usa muleta
o rico se masturba
o pobre bate punheta
mas a vida é assim mesmo
seja no norte ou no sul
o rico toma chapanhe
e o pobre toma no cu.
Por: Cláudio Bettega - 3:44 PM :: | Toque o seu acorde
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Na folha de caderno, mais um depoimento. Deponho em favor da minha poesia, tristonho. Quero a explicação que minha filosofia não alcança, quero o mar sem sal, o mundo sem fome e o homem sem burrice. O raso dos pensamentos que se espraia, que domina o geral, toda a praia, me cansa, pobre de mim, voz solitária perdida num beco, berrando para receber nos ouvidos seu próprio eco. Aqui deixo mais palavras vãs, mais saraivadas malsãs, tentando inutilmente atingir a mosca que voa perdida - perdido eu em minha realidade sentida.
Fui ao inferno, voltei e não aprendi a amar, vivo com meus moínhos de vento a impulsionar minha rotação sem sentido, sem conteúdo, perdida em gemido.
Mais uma dose, é claro que estou super a fim - dose de poesia na veia e palco teatral em toda e qualquer ceia.
Te vejo, te sinto, te minto, te mimo, não me exprimo, rimo e perco a chance de, ao invés de rimar, te olhar fundo e, com um estupro da boca na boca, te calar.
Chove lá fora, o edredon me corta o frio, o rádio regurgita vozes, e continuo aqui, imerso em sonhos atrozes. Bom dia, Curitiba!!, que teu 21 de julho de 2004 seja melhor que o meu - quem sabe assim você possa me ajudar a sair do breu.
Por: Cláudio Bettega - 8:32 AM :: | Toque o seu acorde
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Denorex 80 e...
...Léo Jaime.
No se reprima!!
Por: Cláudio Bettega - 7:52 PM :: | Toque o seu acorde
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Quero que entendas, meu amor, que a mim não me interessa tostão, muito menos um rico quinhão; só quero a poesia incrustrada nos genes do espírito celular. Quero a sabedoria envolvendo nossos corpos, nossas almas, nossa lida, nossa vida. Quero o amor perfeito, elevado à condição de, do bolo, o mais nobre confeito. Enfeito-te com palavras, enfeitas-me com beijos e delícias - juntos somos uma troca infinda de delicadas carícias.
20.07.2004
Por: Cláudio Bettega - 11:22 AM :: | Toque o seu acorde
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Ao meu amigo Nabokov, ninfomaníaco, dedico com enorme espírito olímpico o verbete das Ninfas
(tomei a liberdade, amigo, de traficar do seu blog os insones, a foto de sua nova paixão).
NINFAS - Divindades secundárias femininas representantes da força que preside a reprodução e a fecundidade da natureza vegetal e animal. Misturando-se à umidade do ar, da água e das florestas, exerciam poder fertilizante e nutritivo. Sua ação benfazeja abrangia também os seres-humanos. Protegiam os noivos, que mergulhavam em suas águas para obter a purificação indispensável à fecundidade.
Graças ao Dom da profecia, podiam aconselhar os mortais; aos que bebiam água de suas fontes sagradas, inspiravam nobres pensamentos e desejo de cumprir grandes façanhas. E, ainda através de suas águas, curavam os doentes. As Ninfas não eram mortais, mas atingiam avançada idade e gozavam do privilégio da juventude eterna. Apesar de ocuparem lugar inferior na hierarquia divina, eram admitidas no Olimpo em certas ocasiões, quando alegravam os deuses com seus cantos e danças. Frequentemente, faziam parte do corterjo de uma divindade, sobretudo de Diana, ou de uma ninfa de categoria mais elevada, como o caso de Calipso. Eram classificadas em dois grandes grupos, de acordo com o lugar em que viviam: Ninfas das águas e da terra. Entre as primeiras, estavam as Oceânidas, filhas de Oceano e Tétis, e nas Nereidas, filhas de Nereu e Dóris, que habitavam os mares; as Náiades, filhas de Júpiter, segundo uma versão, que ocupavam as fontes e o cursos das águas. Ao segundo grupo pertenciam as Dríadas, Ninfas das árvores em geral; as Hamadríades, dos carvalhos; as Melíades, dos freixos; as Oréades, das montanhas. Jovens, belas e delicadas, as Ninfas eram objeto de paixão não só dos mortais, como dos próprios deuses. Dentre outras, celebrizaram-se por suas aventuras amorosas: Egina, Eco, Dafne, Calisto. As ninfas recebiam particular culto na Grécia. As populações ribeirinhas e dos bosques ofereciam-lhes sacrifícios de vinho, mel e leite, e enfeitavam seus altares com flores e ramos de árvores. Às vezes, imolavam-lhes, também, carneiros. Na sicília, eram honradas com festas. São descritas como jovens vestidas com tecidos leves, quase transparentes, tendo os cabelos prateados, compridos e soltos em penteados de tranças. Têm os braços nus apoiados em uma ânfora que verte água, ou seguram uma concha de pérolas. As ninfas das águas apresentam-se coroadas com plantas aquáticas e junto a elas ergue-se uma serpente, como para enlaçá-las. As dos bosques e dos vales trazem como ornamento flores campestres e folhagens. Algumas portam arco e flecha.
Fonte: dicionário de mitologia greco-romana - abril cultural.
Por: Cláudio Bettega - 5:36 PM :: | Toque o seu acorde
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O que se esconde no meu passado, no meu presente, no meu futuro? Logo eu, que me remoo em torturas, por nunca ter lido "O Poço do Visconde"... De que adianta leitura, se no real, no básico, me perco em amargura?... O que é o quê? O que determina algum porquê?? Faiscante manhã fria, chuva fina, amor sem fim, procuro por um balisamento, por uma vida menos ruim... Ihhh, isso é trecho de algum poemeu, daqueles que ninguém leu... Só eu... mero verme produtivo, mas também um inativo, não faturo, não ganho, tenho que me aguentar, me aturo, me ganho... Ganho ilusão, profusão de sonhos, mas não ganho um beijo, uma goiabada com queijo... Escrever, adoecer, ler, me entreter... O que determina um novo amanhecer????????
19.07.2004
Por: Cláudio Bettega - 4:37 PM :: | Toque o seu acorde
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inspiram-me teus olhos
dão-me força para prosseguir
na aventura
de tentar
tento e tanto tento
que um dia
há de chegar
toda a alegria
sinfonia
harmonia
cantoria
espero pela vida inteira
e mais um pouco
tento e tanto tento
feito um louco
que um dia
há de chegar
todo o amor
fulgor
calor
vai-se o tremor
vão-se as chagas
pragas
a vida, sorrateira
irá se projetar
e dominar
o som
a cor
o bar
o sabor
o lar
o licor
e o olhar
que vem de ti
e faz-me amar
04.08.2000
Por: Cláudio Bettega - 11:43 AM :: | Toque o seu acorde
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A partir de hoje, seu blog preferido chfb in concert trará alguns verbetes da mitologia greco-romana, visto que as olimpíadas na grécia se aproximam. Para começar, alguns verbetes empolgantes.
DIONÍSIO - Nome grego de Baco.
DIONÍSIAS OU DIONISÍACAS - Festas em honra a Dionísio (Baco), o deus do vinho. Na Frígia e na Trácia eram caracterizadas por sacrifícios humanos e orgias. Na Grécia, embora o caráter orgíaco fosse conservado, a vítima era um animal. Dessas festas destacavam-se as Antesterias, onde se provava o vinho novo; as oscoforias, que acompanhavam a colheita. As Grandes Dionísias ou festas urbanas celebravam-se no mês de março e possuíam também caráter artístico. Nelas, além do canto e da dança, havia representação de cenas mitológicas da vida de Dionísio. A tais festas liga-se a origem da tragédia e da comédia. As pequenas Dionísias ou Dionisíacas Campestres eram comemoradas em dezembro, após a vindima.
BACANAIS - Festas romanas celebradas em honra de Baco. Embora não fossem iguais em todas as regiões, identificavam-se sempre pelo caráter orgíaco e pela presença de mulheres tomadas de delírio.
BACANTES - Seguidoras de Baco. Acompanhavam-no em suas viagens à Índia. Não eram sacerdotisas, mas ocupavam lugar de destaque na religião e no culto a esse deus. Empunhavam o tirso, espécie de lança enramada de hera. Cobertas apenas por peles de leão, celebravam as orgias com gritos e danças desnorteadas. Mergulhavam em êxtase ístico e adquiriam uma força prodigiosa, de que muitos heróis foram vítimas. Também eram chamadas Mênades.
BACO - Nome latino de Dionísio. Deus do vinho e da embriaguez, da colheita e da fertilidade. Sua lenda é complexa porque reuniu elementos diversos, tomados da Grécia e de países vizinhos. Filho de Júpiter e Sêmeie, foi educado no vale de Nisa pelas Ninfas, segudo a tradição mais corrente. Já adulto, descobriu a vinha e seu uso. Enlouquecido por Juno, andou errante pelo Egito, pela Síria e pela Frigia, onde a deusa Cibele o iniciou em seu culto.
Em todos os países, ensinava aos homens o trato da videira e a fabricação do vinho. Fatigado de tantas viagens, voltou à Grécia e recuperou a sanidade graças a Cibele. Na Trácia foi mal recebido pelo rei Licurgo, a quem puniu severamente. Em seguida, chegou à Índia, país que conquistou pela força de suas armas e por seu poder místico. Montava um carro puxado por panteras e ornado de ramos de videiras e hera. Acompanhava-o um cortejo de Sátiros e Bacantes. Voltando à Beócia, introduziu em Tebas as Bacanais. Penteu, o rei da cidade, opôs-se ao seu culto e ele, como de costume, lançou mão do vinho para impor-se; embriagou as mulheres e levou-as a matar o soberano. Em Orcômeno, onde reinava Mínias, procurou convencer o povo a juntar-se à comitiva do vinho. As filhas do rei, Alcítoe, Arsipa e Leucípa, recusaram-se a acompanhá-lo e receberam atroz castigo. Quando andava por uma praia, Baco foi raptado por piratas, que acabaram transformados em delfins; só escapou Acetes, que se opusera ao plano dos compaheiros. O deus dirigiu-se em seguida à ilha Naxos, onde esposou Ariadne. Por fim, adquiriu o direito de participar da assembléia olímpica. Desceu aos Infernos e recuperou Sêmele, levando-a para a comunidade divina com o nome de Tione. Os gregos consideram Baco protetor das belas-artes, em particular do teatro, originado nas representações que faziam por ocasião das festas em honra ao deus.
AMÉM!!
fonte: dicionário de mitologia greco-romana - abril cultural
Por: Cláudio Bettega - 8:00 AM :: | Toque o seu acorde
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quero beijar
teus lábios
vaginais
mordê-los
em frêmitos
carnais
quero o brilho do
teu suco
sulco
sumo
quero teu orgasmo
num espasmo
violento
me arrebento
te arrebento
de amor
quero nosso
gozo
nossa vida
não posso mais
viver sem ti
14.07.2004
Por: Cláudio Bettega - 12:11 PM :: | Toque o seu acorde
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Ao que disse à primeira vez
Não digo nada
Ao que não se perde
Encontro tudo
É o que quero dizer na verdade
O que sinto
E o que é insuportável
Entre rosas pretas
Enevoadas de silêncio
Mas um silêncio desesperado
14.07.2004
Meilily Pires
Por: Cláudio Bettega - 9:48 AM :: | Toque o seu acorde
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Tomô?
Ganhamos do time do Eurico porco, ontem, 3x2, lá dentro do covil dele. Isso faz um beeeemm...
Por: Cláudio Bettega - 8:18 AM :: | Toque o seu acorde
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Domingo, num comício pró-Serra, um deputado escroto do PSDB disse que a Marta parece uma menininha que só pensa em namorar e viajar. Acho tão grotesca essa coisa brasileira, de ficar mal-dizendo uma mulher só porque é sexóloga, resolveu sua vida da maneira que bem quis - ao que tudo indica, civilizadamente -, é socialite etc. Se ela vive no mundo da Revista Caras, problema dela e da burguesia nacional. Ela é elegante, tem dinheiro de família e podia estar no consultório de psicanálise atendendo pacientes. Em vez, ela mesma psicanalisadíssima, entregou-se à vida pública, num partido de esquerda, teve atuação parlamentar exemplar e faz uma boa prefeitura, à despeito de alguns erros e do grosso das críticas, na maioria injustas, que recebe. Vai ver, a filha - se tiver - desse deputado é uma putinha que dá pra São Paulo inteira, ou a mulher - se tiver - tem uns três amantes. Acho mesmo é que esse deputado inveja quem é casado com a Marta, linda, inteligente e de bem com o amor. Pobres machistas brasileiros.
Por: Cláudio Bettega - 11:30 AM :: | Toque o seu acorde
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Reflito sobre a vida, reflito sobre o mundo, meu tempo não passa de segundo em segundo. Quero o amor, quero refletir sobre todo e qualquer sabor, quero a vida inteira, mesmo que a vida não me queira. O tempo desvalido se esvai, combalido, amálgama de sentimentos, sincronicidade e relatividade. A arte me é companheira, quando desanimado, me sento em qualquer beira, lembro de um poema e declamo sem emblema. Manifesto o libélo libertário, quero o homem pleno e solidário, quero a vida viva, quero você como minha mais nobre conviva.
13.07.2004
Por: Cláudio Bettega - 9:10 AM :: | Toque o seu acorde
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Um cara que concebe algo genial assim é, assim, que nem que nóis? Come, dorme, caga, trepa do mesmo jeito?
Por: Cláudio Bettega - 10:09 PM :: | Toque o seu acorde
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Puta merrrda, meu padimpadiciço, esses cumpañero arrrgentino são metidinho mezo, sô !!
Por: Cláudio Bettega - 3:03 PM :: | Toque o seu acorde
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No primeiro sábado do espetáculo da democracia na boca maldita (candidatos, militantes, adesivos) - leia-se espetáculo da exploração da mente do cidadão, alijado à condição de eleitor -, chove na província. Fiquei em casa, curtindo a dor no ombro que o frio faz aumentar.
Por: Cláudio Bettega - 12:53 PM :: | Toque o seu acorde
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Por: Cláudio Bettega - 3:30 PM :: | Toque o seu acorde
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Estou com o braço esquerdo na Tipóia.
Por: Cláudio Bettega - 12:34 PM :: | Toque o seu acorde
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Ô cumpanherada!! Psit! Cala a boca aí atrás que quem manda nesse mafuá aqui semo nóis dois!! Você também, Alencarrr, não enche mais com esse negócio de taxa de juros, que você caiu aqui de pára-queda!!
Por: Cláudio Bettega - 10:41 AM :: | Toque o seu acorde
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O Poeta Paulo Leminski escreveu dois Minifestos. Sou mais pedante. Escrevi um
MAXIFESTO:
SOU ATOR
SOU ATRIZ
ESTOU NO PALCO:
A poesia
nasce na minha
veia
teia de
emoção
combustão
de pensamentos
sentimentos
força especial
minha
medula espinhal
meu sangue ferve
que a vida
conserve em mim
a arte
Quero tudo
quero teatro
pobre
do oprimido
essencial
do absurdo
e todos os outros
que eu
surdo
não ouvia sobre
não quero nada
podre
comercial
quero a arte
pura
a vida
com ideal
seja eu
um dia
um mambembe
pelo menos
minh´alma
entende
essa força
magia
soberania
luz do dia
luz da noite
não quero
o negro açoite
que um dia
castigou
nossos negros
antepassados
quero o porvir
livre
quero MAXIFESTAR
libelos
revolucionários
libertários
sanguinários
O mundo gira
ao redor
do meu umbigo
do seu umbigo
do nosso umbigo
venha comigo
fruir da criação
dessa profusão
de rimas
ou nem
vamos juntos
atingir
o coração
dos defuntos
vamos revitalizar
o que/quem
morreu
e vitalizar
o que/quem nem nasceu!!!
ARTE+ARTE=VIDA!!!
Por: Cláudio Bettega - 10:42 PM :: | Toque o seu acorde
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"É alguma coisa parecida com aflição a respeito de mistérios. Aflição ou alguma coisa parecida com aflição. Por exemplo, o teto dos elevadores esconde algum mistério. Todos os dias a função de meditar alguns instantes sobre o mistério escondido pelo teto dos elevadores. Por aflição ou alguma coisa parecida, é preciso que se invente imediatamente um mistério para ser escondido pelo teto dos elevadores."
Manoel Carlos Karam
Este foi o texto que dei ontem na estréia do grupo INTERFERÊCIA!!
Ao que se refere
isso ou aquilo
em que a gente interfere?
À vida real? Aos sonhos?
INTERFERÊNCIA!!
Essa é a nossa força vital!
Através da poesia
e da arte teatral
viemos mostrar ao mundo
QUE SOMOS ARTISTAS!
VAMOS, ENTÃO,
INTERFERIR NO NORMAL!!!!
Este poema, meu e do Fernando, fechou nossa aula aberta (menos que uma peça,
mais que um simples exercício).
Por: Cláudio Bettega - 11:44 AM :: | Toque o seu acorde
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...sem saber do que sou capaaaazzz
pá pá pá pá pááááá...
...pá pá pá pá pá pá pá pá páááá... pá pá pá pá pá pá páááá...
Por: Cláudio Bettega - 12:15 PM :: | Toque o seu acorde
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Nascido em Curitiba - PR (onde resido), em 12.junho.1971
Formado em Publicidade e Propaganda.
Estudante de Teatro.
Poeta.
"O importante não é o que
fazem com você, mas o que
você faz com o que
fazem com você"
Jean Paul Sartre
"A arte nasce a partir
do momento em que viver
não é mais suficiente
para exprimir a vida"
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