Quarta-feira, Junho 30, 2004



...eu morreria por vocêêê
na guerra ou na paz...
...pá pá pá pá páááá...



Por: Cláudio Bettega - 1:01 PM :: | Toque o seu acorde
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Terça-feira, Junho 29, 2004



SENTIDO
poema de Cléverson Fernando Kadlubisky,
o grande Fernando em Cena


Ando rápido
ando correndo
Em passos largos
chutando o vento
Mergulho em peripécias
sem medo
Capto o capítulo anterior da história
nas suaves
pétalas cor-de-rosa
O vento chutado outrora
circula agora em minha face
Mas de onde provém estes pensamentos?
Sou súdito da noite
amante do dia noturno
Que outrora fora abençoado
vivido---oportuno
Não existem regras
crio meu próprio traço
Vulgarizo as v,í,r,g,u,l,a,s
Alimento e divulgo o meu próprio espaço



Por: Cláudio Bettega - 12:09 PM :: | Toque o seu acorde
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Segunda-feira, Junho 28, 2004




Surgiu. Putz... Então escrevi, né...


derramo fosse porra
neste papel
uma palavra
escrita
uma palavra
escrota
caralha tal
minha pica
suja tal
minha boca
que regurgita
a beleza
da poesia maldita
que regurgita
a merda
da obscenidade
bendita


26/28.06.2004

Por: Cláudio Bettega - 7:12 AM :: | Toque o seu acorde
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Sábado, Junho 26, 2004


Antologia Angeliana.







Por: Cláudio Bettega - 12:10 PM :: | Toque o seu acorde
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Sexta-feira, Junho 25, 2004


Ando muito amargo. Então me lembrei desse meu poema.

vou derramar
a substância
da inconstância
que me rasga
fere
grita
vou mostrar ao mundo
meu conteúdo imundo
vou catarsear
desaguar
desanuviar
o intestino mental
o detrito pós-industrial
o desvio emocional
mas também posso
tecer um texto belo
com belas palavras
com idéias nobres
qual um poeta parnasiano
e, enfim, nem
sei por quê
disse tudo isso aí
talvez para fazer
poesia
agora
aqui

02.02.2001

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Quinta-feira, Junho 24, 2004


Currículum Vitae de Paulo Maluf
Por Bruno Vieira Pacheco



Nome: Paulo Salim Maluf
Nacionalidade: Brasileira
Profissão: Engenheiro e Político

Objetivo eterno:
Candidatar-me ao governo do estado de São Paulo e depois vir a me tornar
presidente.

Objetivo imediato: voltar para a prefeitura da cidade de São Paulo

Resumo cronológico dos meus feitos mais notáveis:

a.. 1969 - Fui indicado para prefeito de São Paulo pelo Marechal Costa e
Silva, presidente da ditadura militar.
a.. 1970 - Com o dinheiro do contribuinte paulistano, dei 25 carros aos
jogadores da Seleção Brasileira e comissão técnica. Em 86 fui condenado
pela Justiça a devolver este dinheiro aos cofres públicos.
1971 - Construí o "Minhocão", ligando minha casa à fábrica da Eucatex, onde
era vice-presidente.

1977 - Defendi que o AI-5 (instrumento que suspendia direitos políticos de
qualquer cidadao e cassava mandatos eletivos) fosse incorporado à
Constituição.

1978 - Construí o cemitério de Perus para enterrar presos políticos
assassinados e vítimas do "Esquadrão da Morte".

Lancei o programa Pró-família, com o objetivo de esterilizar mulheres
negras e pobres, financiado pela Japanese Organization for International
Cooperation in Family Planning.

1982 - Fui eleito deputado federal, e COMPARECI SÓ A 3 DAS 654 SESSÕES nas
quais deveria estar presente. Fui condenado a devolver à Câmara os jetons
que recebi indevidamente durante meu mandato.

1984 - Comandei a campanha CONTRA as Diretas Já, sendo candidato do regime
militar à presidência.

1985 - Fui derrotado por Tancredo Neves nas eleições indiretas.

1986 - Fui derrotado nas eleiçoes para o Governo de SP.
1988 - Fui derrotado nas eleiçoes à Prefeitura de Sao Paulo.

1989 - Declarei durante campanha que "se está com desejo sexual, estupra,
mas não mata". Fui derrotado novamente, apesar de estar sendo FINANCIADO
POR PC FARIAS.

1990 - Numa das campanhas mais caras já vistas, gastei 50 milhões de
dólares e perdi a eleição para o governo de São Paulo.

1992 - Torrei outro monte de dólares e fui eleito, finalmente, prefeito, para uma gestão cheia de irregularidades e super-faturamentos, sendo a obra mais rentável para minhas contas no exterior o mega-túnel Aírton Senna.

1996 - Fiz meu sucessor, Celso Pitta, que roubou outro tanto.

2000 - Eu e Celso Pitta fomos denunciados pelo Ministério Público por
desvio de verbas.

Outros feitos notáveis:

Destruí os sistemas de saúde e educação do Estado, com arrocho salarial dos
funcionários e abandono das escolas, postos de saúde e hospitais.

Criei a ROTA, tropa de elite da PM que, às vésperas das eleiçoes de 1982,
massacrou 2509 presos no Carandiru.

Fui nomeado governador, gastei uma fortuna em verbas de representação
(jantares, presentes, gratificaçoes). De todo esse dinheiro, fui condenado
a devolver somente o gasto com "flores e presentes para amigos e
políticos", O SUFICIENTE PARA CONSTRUIR UMA COHAB.

Logo após minha nomeação para governador, me envolvi no escândalo
"Lutfalla", empresa de meu sogro que contraiu empréstimos ilegais quando
estava à beira da falência. Eu era seu maior acionista.

Construí a Rodovia dos Trabalhadores a um custo 3 vezes superior à Rodovia
dos Bandeirantes, e de valor igual ao gasto com toda a extensão da Rod.
Fernão Dias, até Minas Gerais.

Ordenei a PM que batesse em professores que reivindicavam melhores
salários. Disse que "As professoras não são mal remuneradas, são é mal
casadas".

Gastei 400 MILHOES DE DÓLARES (de acordo com a própria Petrobrás) com a
PAULIPETRO, sem a aprovação ou mesmo fiscalização do Tribunal de Contas e
até hoje não prestei contas desse dinheiro. Infelizmente nenhuma gota de
petróleo foi encontrada. Este dinheiro foi 8 VEZES MAIOR QUE O ORÇAMENTO
PARA SAUDE DE MEU GOVERNO.

Apoiei Collor para presidente.
Disse que se Celso Pitta fosse um mau prefeito, que ninguém mais votasse em
mim.



Colaboração emaística cívica de Sérgio Machado.




Por: Cláudio Bettega - 2:16 PM :: | Toque o seu acorde
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Blog blog blog não tenho nada pra falar hoje no blog blog blog falar o quê no blog blog blog qual será o rame rame rame no blog blog blog rame rame rame rame rame rame rame mera merda no blog blog blog...



Por: Cláudio Bettega - 10:31 AM :: | Toque o seu acorde
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Quarta-feira, Junho 23, 2004



Olavo Bilac

Foste o beijo melhor da minha vida,
Ou talvez o pior...Glória e tormento,
Contigo à luz subi do firmamento,
Contigo fui pela infernal descida!
Morreste, e o meu desejo não te olvida:
Queimas-me o sangue, enches-me o pensamento,
E do teu gosto amargo me alimento,
E rolo-te na boca malferida.

Beijo extremo, meu prêmio e meu castigo,
Batismo e extrema-unção, naquele instante
Por que, feliz, eu não morri contigo?

Sinto-te o ardor, e o crepitar te escuto,
Beijo divino! e anseio, delirante,
Na perpétua saudade de um minuto...

(poema traficado do www.meumosaico.com)


Por: Cláudio Bettega - 3:43 PM :: | Toque o seu acorde
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Terça-feira, Junho 22, 2004





Cláudio safadinho...


vou te grafitar
no corpo
com meu leite
mel
o amor
cheio de
deleite
que sinto
quente visão
tesão
no meu corpo
no meu pinto
vou te tatuar
meu nome
te agito
te mordo
te grito
te gemo
te espremo
entre minhas mãos
aninho tua vida

28.10.2003



Por: Cláudio Bettega - 2:31 PM :: | Toque o seu acorde
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poesia que te quero
de noite ou de dia
quente ou fria
que te escrevo
num repente
na parede do meu blog
sonhando em curtir um
londrino fog
poesia, meu batente
minha braçada
contra a corrente
do comunzinho, do
comezinho
poesia
grito de liberdade
expresso no
palco da vida,
com muita arte,
minha nobre lida


Por: Cláudio Bettega - 10:21 AM :: | Toque o seu acorde
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Segunda-feira, Junho 21, 2004





Creio que a força flamejante da luz dos seus olhos são guias para minha estrada escura e desconexa. Quero seu equilíbrio para aprumar meu coração combalido, quero seu amor, seu sentido, sua libido. Quero a poesia e a travessia na alegria, quero todo o esplendor, sem nenhuma dor. Vamos juntos descobrir o que as almas cantam na felicidade extasiada, vamos sentir nossa vida sem nenhuma parada errada.

21/06/2004




Por: Cláudio Bettega - 2:27 PM :: | Toque o seu acorde
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Domingo, Junho 20, 2004





Madrugada fria em minha mente, mas lá fora sol inclemente em tarde quente. Abandono então o clima ruim, e caminho passos imaginários pelos calçadões e praias dos sonhos, recitando a poesia mais viceral e maldita, teatralmente composto a espumar libelos de liberdade. Um vento me banha a face tensa, gotas de suor se vão com ele, tomo um gole de algum álcool e trago algum veneno. Meu corpo recebe a luz do refletor sol, sou ator, estou no palco das ruas, no convés das naus da arte, no tablado das performances encantadas. Melpômede e Talia desenhadas em minha gravata, a tragédia e a comédia ditando o rumo do sumo teatral, do texto perfeito, que proclamo com aberto peito, para, do público, o total estado de deleite satisfeito. => =<

20/06/2004




Por: Cláudio Bettega - 3:56 PM :: | Toque o seu acorde
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SONETO DE INSPIRAÇÃO
vINICIUs dE mORAIs

Não te amo como uma criança, nem
Como um homem e nem como um mendigo
Amo-te como se ama todo o bem
Que o grande mal da vida traz consigo.

Não é nem pela calma que me vem
De amar, nem pela glória do perigo
Que me vem de te amar, que te amo; digo
Antes que por te amar não sou ninguém.

Amo-te pelo que és, pequena e doce
Pela infinita inércia que me trouxe
A culpa é de te amar - soubesse eu ver

Através da tua carne defendida
Que sou triste demais para esta vida
E que és pura demais para sofrer.


Por: Cláudio Bettega - 3:30 PM :: | Toque o seu acorde
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Sexta-feira, Junho 18, 2004





MELPÔMEDE - "A que canta". Uma das Musas. Presidia o canto, a harmonia musical e a tragédia. Uniu-se a Aquelôo e teve as Sereias. Fazia parte do cortejo de Baco. É representada ricamente vestida e calçada de coturnos, símbolo da tragédia. Portava cetro, coroa, punhal e máscaras trágicas.
:(

TALIA - 1) Uma das nove Musas. Presidia a comédia e a poesia. Segundo uma versão, uniu-se a Apolo e teve os Coribantes. Era representada na figura de uma jovem alegre, coroada de hera. Portava uma máscara cômica e um cajado.
2) Uma das três Graças.
:)

Musas - filhas de Júpiter e Mnemósine. Alguns autores, entretanto, consideram-nas filhas do Céu e da Terra; outros, de Píero e Antíopa ou Pimpléia, e terceiros, ainda, de Júpiter e Pimpléia. Na tradição mais corrente, eram nove: Calíope, Clio, Érato, Euterpe, Melpômede, Polímnia, Talia, Terpsícore e Urânia. Segundo uma versão primitiva, elas eram Ninfas habitantes das montanhas, das margens dos rios e das fontes. Deste ambiente bucólico foram
depois elevadas a divindades inspiradoras da poesia e do canto. Os poetas apoiavam-se em seus dizeres para não correrem o risco de contar coisas falsas aos homens, embora não raro transmitissem essa verdade como fantasia. Durante o tempo que permaneciam no Olimpo, as Musas entretinham os deuses com seus coros e danças. Além da arte, presidiam ao pensamento sob todas as suas formas: eloquência, persuasão, sabedoria, história, matemática, astronomia. Ditavam aos reis as palavras necessárias para apaziguar as querelas e restabelecer a paz entre os homens. Habitavam o monte Helicão, na Beócia, a região da Piéria, na Trácia, ou o monte Parnaso, na Fócia. No monte Helicão, lugar cheio de bosques e fontes, as Musas estavam colocadas sob a dependência de Apolo, que dirigia seus cantos em torno da fonte Hiprocrene. Primitivamente, as Musas eram representadas como virgens de comprovada castidade. Puniam severamente quem ousasse tocá-las. Mais tarde, essa idéia modificou-se, havendo mesmo relatos sobre suas uniões e seus filhos. Originário da Trácia, onde está seu mais antigo santuário, o culto das Musas estendeu-se para a Beócia, adquirindo maior
importância em torno do Helicão. Em Delfos, eram veneradas no templo de Apolo. Possuíam santuários ainda em Esparta, Trezena, Sícion e Olímpia, nas ilhas e em várias cidades da Magna Grécia. Em sua homenagem eram feitas libações de leite, mel e água. Representavam-nas como mulheres de rosto sorridente ou preocupado, segundo a função que se lhes conferia, vestidos folgados e manto.


Graças - Aglaia, Eufrosina e Talia, filhas de Júpiter e Eurínome. Personificavam a beleza e o encanto. Incumbiam-se de espalhar alegria na natureza, no coração dos homens e mesmo entre os deuses. Presidiam ao prazer da conversão e às boas relações sociais. Costumavam atribuir-lhes toda sorte de influências sobre os trabalhos do espírito e obras de arte. Habitavam no Olimpo, em companhia das Musas, com as quais, às vezes, formavam coros. Pertenciam ao séquito de Vênus, embora acompanhassem também Minerva, Apolo, Eros e Baco. As Graças são representadas sob forma de três jovens nuas, das quais uma dirige o olhar em direção oposta ao das outras duas.


Fonte: dicionário de mitologia greco-romana - abril cultural.



Por: Cláudio Bettega - 7:37 PM :: | Toque o seu acorde
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POR FAVOR DE NOVO: comentário sem acentos e cedilhas, meu computador está louco, mais louquinho que meu personagem na apresentação do dia 3 de Julho, às vinte e uma horas, no Pé no Palco, Conselheiro Dantas, 20, esquina com João Negrão, defronte à churrascaria Paiol!!


Por: Cláudio Bettega - 6:32 PM :: | Toque o seu acorde
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O Senado vetou o mínimo de 260, aprovando o substitutivo que determina 275. Agora o treco volta pra Câmera, que havia aprovado os 260. Se a Câmera mantiver os 275 do senado, e o Lula não gostar da história, ele veta, mas a esmola volta pra 240. Credo, que buRRocracia. Os milicos tiveram vinte e um anos o poder nas mãos pra resolver, e, ao invés, ficaram torturando pensadores. Ontem assisti a uns pedaços do fala-fala na TV Senado. Que constrangedor ver o Suplicy e o Mercadante dizendo que bolsas escola e família também contemplam as famílias saláriominimizadas, que poderiam chegar a receber 500 reais por mês. Que fortuna, nossa...


Por: Cláudio Bettega - 8:53 AM :: | Toque o seu acorde
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munch

esse grito
que eu não disparo
que eu escondo
calado
no infinito
foi moldado
pra ser ouvido
quando a luz
cortar a noite
qual a foice
que matou
minhas estrelas

by chfb, em 04.08.2001



Por: Cláudio Bettega - 12:52 AM :: | Toque o seu acorde
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Quinta-feira, Junho 17, 2004





Meu aniversário no Café do Teatro foi uma delícia e me fez muito feliz. Lá estiveram os queridos P_A e namorada, a Trise, a Dri, a Suzane, o Mário e a Ana. Esses danados não se contentaram em só dar o presente da presença importantíssima, e ainda se excederam em me dar vinho, livros e CD deliciosos. Do pessoal de Teatro do Pé no Palco, estiveram O Fernando e a namorada Pamela, o Rogério "Samurai" e a encantadora Alessa. Quando da palestra do Wisnik sobre Drummond, falei, quando vi um bichinho pendurado na bolsa da Juju Lee, que tinha o Coiote e o Pápa Léguas e bichinhos da Parmalat (sim, eu confesso...). Então a Alessa apareceu com essa marionete maravilhosa, super original. Obrigado a todos, gosto muito de vocês. (ô tendencia, engordei um bocado de novo, hein?)


Por: Cláudio Bettega - 1:05 PM :: | Toque o seu acorde
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NERUDA

Áspero amor, violeta coroada de espinhos,
cipoal entre tantas paixões eriçado,
lança das dores, corola de colera,
por que caminhos e como te dirigiste a minha alma?

Por que precipitaste teu fogo doloroso,
de repente, entre as folhas frias de meu caminho?
Quem te ensinou os passos que até mim te levaram?
Que flor, que pedra, que fumaça, mostraram minha morada?

O certo é que tremeu a noite pavorosa,
a aurora encheu todas as taças com seu vinho
e o sol estabeleceu sua presença celeste,

Enquanto o cruel amor sem trégua me cercava,
até que lacerando-me com espadas e espinhos
abriu no coração um caminho queimante.




Por: Cláudio Bettega - 10:43 AM :: | Toque o seu acorde
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Quarta-feira, Junho 16, 2004


Zeca Baleiro e Fausto Nilo compuseram. Zeca Baleiro e Fagner gravaram. E eu canto o dia inteiro junto com eles.


PALAVRAS E SILÊNCIOS



Não se move uma montanha
Por um pálido pedido
De alguém que não se ama
Todo ouro está contigo
Para isso há muita chama
No coração do bandido

Mais uma vez o dia chega
Em minha vida
Como uma chama na selva
O sol na cama da relva
A tua boca e a lua
A minha boca e a tua
Vão deixando pela rua
Palavras e silêncios
Que jamais se encontrarão

Por: Cláudio Bettega - 10:16 AM :: | Toque o seu acorde
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Por: Cláudio Bettega - 8:57 AM :: | Toque o seu acorde
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Obrigado a todos pelo carinho no meu aniversário!



Por: Cláudio Bettega - 8:55 AM :: | Toque o seu acorde
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Sábado, Junho 12, 2004



12 de Junho de 2004. Ao meio dia e quarenta e três minutos,
Cláudio Henrique Franco Bettega completa 33 anos de nascimento.




SERÁ QUE É ISSO O QUE EU NECESSITO?
Titãs

Quem é que precisa
Tomar cuidado com o que diz?
Quem é que precisa
Tomar cuidado com o que faz?

Será que é isso o que eu necessito?
Será que é isso o que eu necessito?

Ninguém fez nada, ninguém tem culpa
Ninguém fez nada de mais, filha da puta!

Quem aqui
Não tem medo de passar ridículo?
Quem aqui, como eu
Tem a idade de Cristo quando morreu?

Quem é que se importa
Com o que os outros vão dizer?
Quem é que se importa
Como o que os outros vão pensar?

Será que é isso o que eu necessito?
Será que é isso o que eu necessito?

Não sei o que você quer, nem do que você gosta
Não sei qual é o problema,
Qual é o problema seu bosta

Quem aqui não tem medo de se achar ridículo
Quem aqui, como eu
Tem a idade de Cristo quando morreu?



SAIA DE MIM
Titãs


Saia de mim como suor
Tudo que eu sei de cor
Saia de mim como excreto
Tudo que está correto
Saia de mim
Saia de mim
Saia de mim como um peido
Tudo que for perfeito
Saia de mim como um grito
Tudo que eu acredito
Tudo que eu não esqueça
Tudo que for certeza
Saia de mim vomitado
Expelido, exorcizado
Tudo que está estagnado
Saia de mim como escarro
Espirro, pus, porra, sarro
Sangue, lágrima , catarro
Saia de mim a verdade
Saia de mim a verdade
Saia de mim a verdade



UMA COISA DE CADA VEZ
Titãs

Uma coisa de cada vez
Tudo ao mesmo tempo agora



Por: Cláudio Bettega - 1:49 AM :: | Toque o seu acorde
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Sexta-feira, Junho 11, 2004



POR FAVOR: FAÇAM COMENTÁRIOS SEM USAR ACENTOS E CEDILHAS NAS PALAVRAS, SE NÃO DÁ ESSA SUJEIRA TODA NO TEXTO. EITA, BROGGER DE BLOSTA, QUE NÃO ARRESOLVE O POBREMA!!!


Por: Cláudio Bettega - 9:48 AM :: | Toque o seu acorde
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Quarta-feira, Junho 09, 2004



...um, dois, vários passos no calçadão... talagadas de petipavé sob meus pés... pessoas, pessoas, pessoas e seus agasalhos... menos o oil man, que anda trajado de sunga e óleo... olá Dyane, vendeu muita poesia hoje?... tio, quer stickers?... borboleta treze, corre hoje... um café expresso, por favor... chegou a última Revista Zero?... capital ainda interiorana... "eta vida besta, meu Deus"... "vila de nossa senhora da luz dos pinhais, tende piedade de nós"...




Por: Cláudio Bettega - 11:16 AM :: | Toque o seu acorde
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Terça-feira, Junho 08, 2004





perdi a medida numa noite
distraída
encontrei num canto de praça um pouco
de graça
cantei meu grito de protesto
em alto manifesto
o poema foi perfeito
mandei com jeito
encontrei uma fonte, uma pomba,
uma ponte
chutei vários baldes
nunca no entanto atitudes
debaldes
a vida é essa aí
alí agora e aqui
um pouco de sabor
e uma cambulhada
de dor
a cada momento uma nova
ficha cai
o mundo força a barra
e a inocência se esvai

08.06.2004





Por: Cláudio Bettega - 5:26 PM :: | Toque o seu acorde
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Não quero mais migalhas, caroços,
réstias de alegrias que não são
minhas, que não me comovem.
Persigo meu próprio ser,
quero encontrá-lo e dar-lhe condições a
conquistar emoções próprias.
A vida me boicota, mas os
sonhos podem-se tornar realidade,
para que os caminhos sejam limpos,
e alegrias brotem para dono certo.
Mente em movimento, confusão, procura,
idéias que se querem extravasar em
termos compostos, lapidados e belos;
alegrias, amores, realizações,
tudo virá a partir do dia
em que sonhos e realidade
se fundirem em
harmonia.

29.09.2000





Por: Cláudio Bettega - 3:40 PM :: | Toque o seu acorde
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CHACAL

uma
palavra
escrita é uma
palavra não dita é uma
palavra maldita é uma palavra
gravada como gravata que é uma palavra
gaiata como goiaba que é uma palavra gostosa



Por: Cláudio Bettega - 9:12 AM :: | Toque o seu acorde
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Segunda-feira, Junho 07, 2004



... é... é.... é... é isso, é isso... penso, logo existo... penso, logo persisto.... penso, por isso insisto, não desisto... tudo... tudo é meu, tudo é teu, tudo é nosso... amar, criar, mudar o verbo, transgredir o eterno... interferir no real calhorda... e , no mais, adoro esse friozinho...




Por: Cláudio Bettega - 10:29 AM :: | Toque o seu acorde
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Domingo, Junho 06, 2004


DIREITA HIDRÓFOBA


Carta transcrita da coluna do leitor do jornaleco provinciano de recortagens "Gazeta do Povo":


"No início de maio, realizou-se na Pedreira Paulo Leminski a 2a edição do Curitiba Pop Festival. Segundo a crítica, o sucesso foi quase total, conforme matéria estampada no Caderno G de 11/5. No entanto, o que não vem a público, mas, segundo informações de pessoas que lá estiveram, o consumo de drogas corre solto entre a juventude que lá comparece. Já ouvira falar nisso e eu próprio presenciara, quando de outro evento, há alguns anos, patrocinado por uma rede de farmácias local. Era tanto ¿fumacê¿ que, mesmo estando em camarote, sobre as rochas que circunda a pedreira propriamente dita, sentia-se o nauseabundo cheiro da erva. É lamentável que se realize uma festividade desta magnetude, com presença maciça de jovens, onde muitos se drogam sem que nada se faça para impedir a nefasta ação de substâncias sabidamente malignas para o organismo humano. Ao que consta, neste festival a prefeitura de Curitiba e outros órgãos e empresas emprestaram o se patrocínio. Será que concordam coma situação acima relatada? Casos dessa natureza, ao que se ouve, são comuns nesses eventos, notadamente na Pedreira, deveriam ser severamente coibidos pois creio que - pode-se afirmar - constituem-se em crime contra a saúde pública. Onde andará a lei? Nossa juventude dilapida sua saúde e nada se faz para pôr cobro a essa situação. Será que concordamos com isso, pais, autoridades e o povo em geral?"


1) não vou dizer o nome do infeliz autor da carta, coitadinho.
2) não fumo, nunca fumei maconha. Aqui confessei que o fumacê da pedreira, aliado a cervejas tantas, me fez vomitar o Domingo inteiro.
3) foda-se meu Domingo de vômitos, show ducaralho de banda ducaralho sem fumacê não é show que se preze.
4) Paulo Leminski não é o nome do dono do terreno da pedreira, como muitos pensam, e talvez parte das gentes desse senhor (quem sabe até ele), é o nome de um grande poeta curitibano e grande apreciador da erva.
5) por falar nisso, grandes poetas, artistas em geral, eminentes inteligências, que certamente não escreveriam um texto tão ruim para ser publicado em jornal, fumam, fumaram, vão fumar.
6) Droga é a política nacional, anos na mão da direita nazista que estragou de fome a saúde de muitos jovens sem acesso a diversão - culto - cara. Aliás, os cultos que frequentam não são de arte, são de igrejinhas escrotas de pastores comerciantes filhos da puta que participam do financiamento de campanhas pra se eleger deputados que ficam babando no congresso contra uma macoínha, ao invés de babar contra a ignorância. Deveria-se mais é liberar tudo, liberar geral, afinal a merda da televisão vomita merda o dia inteiro e essa droga não é banida. Bucéfalos entopem-se de pipoca e coca-cola digerindo merda que chamam de cinema em multiplex e não são varridos da sociedade.
7) "Onde andará a lei?" Pois é, o Maluf é candidato a prefeito de novo.
8) Pior que ir a show de rock sentir cheiro de maconha, deve ser passar um ano em serviço militar obrigatório do qual, graças a Deus e à barriguinha, escapei.




Por: Cláudio Bettega - 5:00 PM :: | Toque o seu acorde
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Sábado, Junho 05, 2004



A EMOÇÃO DO IDEAL

Quando você dirige a proa visionária para uma estrela e estende asa para tal excelsitude inalcançável, no afã da perfeição e rebelado contra a mediocridade, leva com você a mola misteriosa de um Ideal. É fogo sagrado, capaz de temperá-lo para grandes ações. Cuide dele; se você deixar que se apague, jamais se reacenderá. E se morre em você, você ficará inerte: fria bazófia humana. Você só vive por essa partícula de sonho que o põe acima do real. Ela é flor-de-lis de seu brasão, o penacho de seu temperamento. Inúmeros sinais a revelam: quando lhe dá um nó na garganta ao recordar a cicuta imposta a Sócrates, a cruz içada para Cristo e a fogueira acesa para Giordano Bruno; quando você se abstrai no infinito lendo um diálogo de Platão, um ensaio de Montaigne ou um discurso de Helvécio; quando o coração estremece pensando a sorte desigual dessas paixões em que você foi, alternativamente, o Romeu de alguma Julieta e o Werther de alguma Carlota; quando suas fontes gelam ao declamar uma estrofe de Musset que rima com seu sentimento; quando, em suma, você admira a mente ilustre dos gênios, a sublime virtude dos santos, o máximo feito dos heróis, inclinado-se com igual veneração diante dos criadores da Verdade ou da Beleza.
Nem todos, como você, se extasiam diante de um crepúsculo, sonham diante de uma aurora ou vibram diante de uma tempestade. Nem todos gostam de passear com Dante, rir com Molière, tremer com Shakespeare, crepitar com Wagner. Nem todos emudecem ante o David, a Ceia ou o Partenon. É de poucos essa inquietude de perseguir avidamente alguma quimera, venerando filósofos, artistas e pensadores que fundiram em síntese suprema suas visões do ser e da eternidade, voando para além do real. Os de sua estirpe, cuja imaginação é povoada de ideais e cujo sentimento neles concentra toda a personalidade, formam uma raça à parte na humanidade: são idealistas.
Definindo sua própria emoção, poderia aquele que se sente poeta dizer: o Ideal é um gesto do espírito no sentido da perfeição.



Introdução do livro "O Homem Medíocre", de José Ingenieros. Segundo o livreiro Chain, livro mais importante que a Bíblia. Breve mais trechos.





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Sexta-feira, Junho 04, 2004




"... ôôôô, crianças, isso é só o fim, isso é só o fim..."




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Quinta-feira, Junho 03, 2004






A alma despedaçada e seu entulho
Ensejam-me um saber e um querer profundos
Olho as águas turvas e mergulho
Atrás de toda a poesia do mundo

Tristes cantos de vozes roucas
Pesados sonhos, ardor sem fim
Minhas alegrias são tão poucas
Procuro por uma vida menos ruim

Se ao menos eu visse seus olhos
Se ao menos seus olhos me vissem
O viver seria menos vazio

Encanta-me pensar em você
Saio a sua procura por Curitiba
Mesmo que eu morra de frio

26.07.2000





Por: Cláudio Bettega - 9:14 PM :: | Toque o seu acorde
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MINIFESTO
Leminski



ave a raiva desta noite
a baita lasca fúria abrupta
louca besta vaca solta
ruiva luz que contra o dia
tanto e tarde madrugastes

morra a calma desta tarde
morra em ouro
enfim, mais seda
a morte, essa fraude,
quando próspera

viva e morra sobretudo
este dia, metal vil,
surdo, cego e mudo,
nele tudo foi e, se ser foi tudo,
já nem tudo nem sei
se vai saber a primavera
ou se um dia saberei
que nem eu saber nem ser nem era


Por: Cláudio Bettega - 3:37 PM :: | Toque o seu acorde
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Quarta-feira, Junho 02, 2004


Literatura e Cinema

No prédio histórico da antiga Telepar, hoje Brasil Telecom, houve ontem encontro entre dois cineastas - Sylvio Back e Fernando Severo - e dois escritores - Cristóvão Tezza e Domingos Pellegrini -, que debateram as relações entre literatura e cinema. A apresentação ficou a cargo do escritor e crítico literário Miguel Sanches Neto. Luís Melo, ator curitibano, que hoje mantém um ateliér de criação teatral em Curitiba, estava presente, e falou sobre a participação dos atores no processo criativo. Contou suas experiências na série "A Casa das Sete Mulheres", quando esperava uma linguagem no processo, mas houve empobrecimento, devido ao meio televisão e seu público.
Gostei muito do Sylvio Back, divertido, inteligente, falando do papel do diretor, assim como gostei do Fernando Severo, falando da dificuldade do público brasileiro em entender linguagens cinemáticas mais aprofundadas.
Destacou-se o papel do roteirista, que não seria propriamente nem um escritor oficial nem um cineasta, seria um ser único. Claro, falou-se de escritores que hoje são exímios roteiristas, como Patrícia Melo e Marçal Aquino, no Brasil, e alguns estrangeiros. Domingos Pellegrini assume ser capaz de roteirizar, inclusive o faz na Publicidade, mas Cristóvão Tezza acredita não ter a capacidade.
Sylvio Back comentou sobre um filme baseado em obra de Hemingway, para o qual o grande escritor escolheu diretores e atores de sua preferência, palpitou durante as filmagens, e o resultado foi um filme desastroso.
No coquetel, pipoca sem sal e um vinho. Achei um computador, conectado, claro, com o ADSL que a Brasil Telecom me sonegou. Presentes estavam também amigas do Pé no Palco, entre elas a Maíra e a Andressa.


Por: Cláudio Bettega - 11:44 AM :: | Toque o seu acorde
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Terça-feira, Junho 01, 2004



Tô no império. Na Brasil Telecom. Debate entre cineastas e escritores. Amanhâ mais detalhes. Agora, o vinho.

Por: Cláudio Bettega - 11:08 PM :: | Toque o seu acorde
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Adereços, fotos ou tropeços, manias, doces e folias - tudo é farra quando nada nos faz, na marra, perder o senso do criar, do trabalhar e realizar. Trabalhar é deixar algo feito, por exemplo uma obra de arte, laborar é o que se perde no dia a dia. A maioria labora, os artistas trabalham. A vida labora, temos que trabalhar para fazê-la ser, ser sempre ela sendo, nunca ela se perdendo. Vamos todos cantar agora, se embrenhar em qualquer bar, em qualquer hora, mas não vamos embora e deixar de atuar, de realizar, de criar!!!


Por: Cláudio Bettega - 12:38 PM :: | Toque o seu acorde
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"O teatro, pela publicidade e pelo seu lado espetacular, atrai muita gente que quer apenas tirar proveito da própria beleza ou fazer carreira. Valem-se da ignorância do público, do seu gosto adulterado, do favoritismo, das intrigas, dos falsos êxitos e de muitos outros meios que não têm relação alguma com a arte criadora. Esses exploradores são os inimigos mais mortíferos da arte. Temos de usar contra eles medidas mais severas, e se for impossível reformá-los será necessário afastá-los do palco."

Constantin Stanislavski, no seu livro "A preparação do Ator".


Por: Cláudio Bettega - 11:38 AM :: | Toque o seu acorde
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Cláudio Bettega (chfb)

 Nascido em Curitiba - PR (onde resido), em 12.junho.1971  

Formado em Publicidade e Propaganda.
Estudante de Teatro.
Poeta.

"O importante não é o que fazem com você, mas o que você faz com o que fazem com você"
Jean Paul Sartre

"A arte nasce a partir do momento em que viver não é mais suficiente para exprimir a vida"

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