alguém entrou um dia aqui e disse:
"... e o teu medo de ter medo de ter medo não faz
da minha força confusão
teu corpo é meu espelho
em ti navego
e sei que a tua correnteza
não tem direção..."
disse também:
"..eu nunca mais vou respirar
se você não me notar
eu posso até morrer de fome
se você não me amar..."
e sumiu. que pena, deixou saudades...
Por: Cláudio Bettega - 5:04 PM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
Hoje é aniversário do P_A, um grande amigo virutal e super amigo real!!
Dá-lhe, P_A piá!! Parabéns!!
Por: Cláudio Bettega - 2:08 PM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
você é muito
esperto
cheio das regras
diz tudo que quer
que bem entende
nada te ilude
nada te prende
mesmo assim
vou te fazer
uma pergunta
na boa:
você já contou
quantos paus
tem uma
canoa?
06.04.2001
Por: Cláudio Bettega - 12:49 PM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
...não, não quero, não quero, não quero... queira, queira, queira... não, não quero, não minto, não brinco, não sinto... sinta, minta, brinque, faça... não, não quero, pra quê?... pra quê? pra viver... como, como, como???... depende, depende, depende... depende, depende, depende de quê? ... depende, depende, depende só de você!!!!
Por: Cláudio Bettega - 12:25 PM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
Os porcos paulistas ganharam da gente ontem. Os porcos aqui das imediações da Ouvidor Pardinho
querem uma reunião urgente no Palestra Itália, pra aprender a fórmula que permite a proeza.
Por: Cláudio Bettega - 3:42 PM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
"A chuva está caindo e molhando o vento."
Cléverson Fernando, o grande
Fernando em Cena, no exercício de respiração
e interpretação desconstruída que fizemos hoje.
Por: Cláudio Bettega - 3:36 PM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
"...Pé em Deus
e fé na Taba,
Pé em Deus
e fé na Taba
Um dia já fui chipanzé
agora, eu ando só com o pé..."
Por: Cláudio Bettega - 2:05 PM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
ELEGIA 1938
Carlos Drummond de Andrade
Trabalhas sem alegria para um mundo caduco,
onde as formas e as ações não encerram nenhum
exemplo.
Praticas laboriosamente os gestos universais,
sentes calor e frio, falta de dinheiro, fome e desejo
sexual.
Heróis enchem parques da cidade em que te arrastas,
e preconizam a virtude, a renúncia, o sangue-frio, a
concepção.
À noite, se neblina, abrem guarda-chuvas de bronze
ou se recolhem aos volumes de sinistras bibliotecas.
Amas a noite pelo poder de aniquilamento que encerra
e sabes que, dormindo, os problemas te dispensam de
morrer.
Mas o terrível despertar prova a existência da Grande
Máquina
e te repõe, pequenino, em face de indecifráveis pal-
meiras.
Caminhas entre mortos e com eles conversas
sobre coisas do tempo futuro e negócios do espírito.
A literatura estragou tuas melhores horas de amor.
Ao telefone perdeste muito, muitíssimo tempo de
semear.
Coração orgulhoso, tens pressa de confessar tua
derrota
e adiar para outro século a felicidade coletiva.
Aceitas a chuva, a guerra, o desemprego e a injusta
distribuição
porque não podes, sozinho, dinamitar a ilha de Man-
hattan.
Por: Cláudio Bettega - 10:57 AM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
Com esse frio, a hidroginástica não dá jogo. Faltei quase o mês inteiro, devido a gripes, bronquites, gargantas. Vou dar uma parada, me agasalhar e dar umas caminhadas pelo Tarumã. Emagrecer é preciso.
Por: Cláudio Bettega - 10:30 AM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
VIVA O TEATRO!!!
(traficado do fotolog da minha querida amiga e grande atriz Denise Chaikoski
www.fotolog.net/dedehzinha)
Por: Cláudio Bettega - 11:51 AM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
Drummond por José Miguel Wisnik
Extremamente gripado na Segunda, recebo telefonema da encantadora Alessa, que estuda no Pé no Palco aos sábados, dizendo que a Juju Lee, que estudava comigo aos Domingos, estava indo à palestra no Sesc, sozinha (ela, Alessa , não podia ir). Ligo pra Juju, e lá vamos nós, com imenso amor à arte, à poesia, enfrentar frio e chuva, pra ver a incrível palestra do Wisnik. Lá, fico sabendo que a Alessa iria também, oba, a platéia ficará ainda mais charmosa. A Juju encontra o Luís Leprevost, autor do livro de poemas "Fôlego", e eu acabo vendo que já o conhecia do Perhapinness. Sentamos os três, a palestra começa, e a Alessa chega na terceira frase do Wisnik. E aí começa a viagem. O cara dissecou de tal forma a poesia do Drummond, sob a ótica do tema do seminário (poetas que pensaram o mundo), que me senti um imenso analfabeto. Deu vontade de largar Curitiba e ir estudar Letras na USP, só pra ser aluno do cara. Não vou relatar aqui as viagens, porque é preciso muitos posts pra isso. Resta-me apenas ler mais e mais o Drummond. E colocar aqui, na sequência, os poemas analisados.
Por: Cláudio Bettega - 10:07 AM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
Caríssimos companheiros do PT acadêmico: vocês me enganaram!! Pensei que havia projetos saídos de discussões e análises, e o que havia era só barulho e, segundo o Relações Públicas operário de vocês, bravatas. Pelo menos, meus caros cientistas sociais, tentem injetar no microcerebrozinho do Lulinha essa frase que vocês tanto já leram, do enorme educador Paulo Freire:
"É preciso diminuir a distância entre aquilo que se fala e o que se faz, de tal forma que num determinado dia nossa fala seja nossa prática."
Por: Cláudio Bettega - 11:48 AM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
Arte Teatral
maneira esperta
essa tua
com que, em cena aberta,
atua
e perpetua
o sol da arte
na minha vida
agora me dá
um beijo
e interpreta
com esse teu
jeito
um texto de amor
vindo do teu peito
vindo do teu sabor
coloca as máscaras
da tragédia e da
comédia
usa essa estratégia
pra encantar o mundo todo
como me encanta
arte teatral
que meu sangue
pede em poesia
viciado agora
nessa magia
24.05.2004
Por: Cláudio Bettega - 5:07 AM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
sinta, sinta, sinta
esse
sentido
que vem em
doce gemido
nos acariciar olhos e
ouvidos
poesia...
poesia...
poesia...
amor
dor
clamor
licor
fulgor e
ardor
do dia a
dia
tricô
metrô
cocô
nos faz a vida
vadia
que sentimos no
sentido
sente, sinta, sente
esse
sentido
poesia...
poesia...
poesia...
estou aqui pichando o muro
estou aqui brincando
sem jogo duro
só batuco as teclas
sem pretensões estéticas
estou aqui
estou aqui? a
poesia está aqui?
poesia de dia?
vadia?
rimas fáceis...
voláteis...
sinta, sente, sinta esse
sentido...
poesia...
poesia..
poesia...
beijo...
beijo...
beijo doce,
doce vento,
ventinho gostoso
na alma
beijo...
beijo...
beijo...
Por: Cláudio Bettega - 12:27 PM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
ãh? quê? sei lá!! o grito... o grito... o grito... o mito? o estampido... a partida, o "start"... a dúvida, o início, o fim e o meio... céu? véu? véu de não-seis... voa, voa, voa... cai a pena, a pena, valha a pena, faça valer a pena!!
Por: Cláudio Bettega - 8:56 AM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
Terça-feira passei em frente à Livraria Guerreiro, e avistei lá dentro meu amigo Eleotério no seu novo serviço, de consultor de literatura. Ele não conseguiu manter aberta a livraria dele, muito endividada, e foi pra outra caminhada. Entrei, e vi que ele conversava com o Vampiro. Dei oi ao Eleotério, estiquei a mão pro Dalton, falei que era leitor e fã. Ele ficou na dele, meio abaixou a cabeça, naquela arrediabilidade irremovível. Bem diferente foi a Fernanda Young ontem, no Café Literário do jornal Gazeta do Povo, realizado no Beto Batata do Parkshopping Barigui. A encontrei antes na livraria Curitiba, ela autografou meus/dela livros, foi super- querida, e depois falou muito bem no bate-papo. Algumas das pessoas que lá estavam foram pela visibilidade que ela tem no programa Saia Justa, outras conheciam bem o trabalho dela na literatura. Eu já era leitor dela há muito tempo, depois de ver uma entrevista no Jô (ainda SBT) e achá-la muito interessante. Gosto dos livros dela, gosto de ler coisas de pessoas da minha geração.
Por: Cláudio Bettega - 10:28 AM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
esse teu olhar
se grande angular
varre o mundo
me deixa de lado
mas se teleobjetivo
me devassa a fundo
enxerga a paixão
no coração
descobre o íntimo
no compasso rítmico
da bomba de sangue
que te ama
TUMtumTUMtumTUMtum
força do amor
gostoso sabor
da graça que és
do desejo que sinto
instinto
te mostro meu ser
sou todo teu
31.05.2001
Por: Cláudio Bettega - 10:06 AM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
Dois, três, quatro, infinitos passos se multiplicam no vazio que me domina, no vácuo de idéias e decisões que norteia minha existência diária.
Cada passo, um tropeço na dúvida, um questionamento sobre o real, sobre a possibilidade de existir alguma força vital. Os anos passam e os anseios se multiplicam, as dores aumentam e os receios me contaminam. A poesia não me dá renda, minha arte não me faz alguém que se compreenda. Perdido nesse mundo, ainda creio no amor e na bondade, mesmo que eu esteja num vazio profundo, vagando por qualquer beco da cidade.
19/05/2004
Por: Cláudio Bettega - 9:18 AM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
Boa Cerjôro, boooooooaaa...
Por: Cláudio Bettega - 8:10 AM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
Desligo-me do real, busco agora o que há de fantasia no mais recôndito compartimento mental. Quero a alegoria, quero a alegria, quero a não-dor a todo custo, quero esquecer o passado torpe. Penso num gesto teatral, numa performance de movimentos e palavras em língua estranha - isso, o estranhamento, o absurdo, a desconstrução. Criar o não descritível, criar o total inaudito, criar o que pode ser feito a partir do nada, ou apenas a partir de mim mesmo, mas sem referências prévias. Criar o que o corpo e o espírito determinam. A essência do ser em busca do movimento único, que só ele pode determinar, que só o seu eu pode determinar. O indivíduo na esfera do nascimento da ação, do nascimento da inédita encenação. Fortes e opacos, os movimentos nascem e querem cor e brandura, querem equilíbrio na sua desenvoltura. Força teatral, força da arte em estado total, anêmicos ventos de derrota se foram, vivem agora apenas flores e gestos que apaixonam.
18/05/2004
Por: Cláudio Bettega - 10:07 AM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
Hoje é aniversário do meu querido amigo Cerjo. Parabéns, véio!!!!! Já passou da hora de torcer pro time certo!!!
Por: Cláudio Bettega - 9:27 AM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
Daqui a pouco o poeta Chacal faz performance e lançamento de livro na Fnac. Mas tô na concorrente, lá não tem net ainda, a livraria (supermercadão) inaugurou ontem.
Por: Cláudio Bettega - 5:55 PM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
O frio eu sempre adorei ele. E achei ótimo fazer aula de teatro no friozinho. Mas é péssimo fazer aula de hidroginástica. Hoje, gripado, não fui. Quarta, perdi a hora embaixo da coberta quentinha. Segunda idem, ainda mais depois das cãibras de domingo. Naquele dia, de manhã fui à aula de teatro, à tarde cãimbras e vômitos. A "nuvem" na pedreira me fez mal. Nunca fumei esse negócio...
Por: Cláudio Bettega - 10:35 AM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
tô tão grande de novo que me sinto um puf. mas daqueles bem macios e gostozinhos, viu??? hã!!!
Por: Cláudio Bettega - 8:42 PM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
Já que a grana roubada ninguém vai ver mesmo, que pelo menos esses tipinhos saiam de uma vez do panorama político!!
Por: Cláudio Bettega - 1:29 PM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
SHAKESPEARE
Se não há bronze, pedra, ou terra ou mar imenso
Que da Morte não vença o sombrio poder,
Contra tão grão furor qual será a defesa
Do belo, cuja força é a mesma duma flor?
Como do estio o sopro ameno enfrentará
Do aríete da vida o assalto ruinoso,
Quando aos golpes do Tempo a sua força cede,
A porta d'aço cede e a rocha inexpugnável?
Terrível pensamento! A seu cofre arrancado
Seu mais belo ornamento, onde ao Tempo ocultá-lo?
Não há nenhuma mão que seu pé vivo pare?
Quem o pode impedir de a beleza estragar?
Ninguém, a menos, ai! que esse milagre agisse,
De meu amor brilhar na Tinta de meus versos!
Por: Cláudio Bettega - 10:35 PM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
Agora todo mundo quer botar no blog do claudião. Taí, Cerjo, teu post. Putz...
Banda Pixies visita a Arena da Baixada
Neste último sábado (08/05) a Arena da Baixada recebeu uma visita ilustre. David Lovering e Joey Santiago, baterista e guitarrista da banda norte-americana Pixies, aproveitaram sua estada em Curitiba para conhecer o estádio mais moderno do Brasil.
A banda Pixies foi a principal atração do Curitiba Pop Festival, realizado na Pedreira Paulo Leminski nos dias 07 e 08 de maio. Esta foi a primeira apresentação do grupo americano em solo brasileiro - a banda foi fundada em 1986, em Boston -, e foi a única da América Latina nesta turnê que começou no dia 13 de abril, em Minneapolis (EUA), passando por Europa e Estados Unidos.
Durante a curta estada de três dias em Curitiba os membros da banda conheceram alguns dos principais pontos turísticos da cidade, entre eles a Arena da Baixada. Após um almoço na churrascaria do estádio, os membros da banda puderam se encantar com o melhor estádio do Brasil. Conheceram a arquibancada, a praça de alimentação, o salão VIP, o vestiário e aproveitaram até para pisar no gramado do estádio.
Para o baterista David Lovering, "a Arena é melhor que muitos estádios americanos, em que se joga o ´nosso futebol`". Lovering se refere a sua preferência, o futebol americano, apesar de se dizer um grande admirador do "soccer". Já Joey Santiago se mostrou mais resguardado, mas se entusiasmou ao receber de presente uma camisa do Clube e mais duas para repassar aos demais membros da banda que não puderam estar presentes: Frank Black (vocal e guitarra)e Kim Deal (baixo e vocais). "Esta camisa é GG? Porque senão não vai caber no Frank", brincou, lembrando o sobrepeso do vocalista.
Ao final do tour, tiraram várias fotos, em frente ao Estádio, junto com alguns fãs. Despediram-se e foram para a Pedreira, onde realizaram o mais aguardado show do 2º Curitiba Pop Festival.
Por: Cláudio Bettega - 9:36 AM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
DIÁRIOS DE MOTOCICLETA
Li num jornal opinião dizendo que Walter Salles exagerou na tinta da reverência, já que na época da viagem retratada no filme - por sua vez com roteiro baseado nos diários de Che e Granado (diários da primeira viagem de Che pela América Latina) - ele seria apenas um jovem aventureiro. Desculpe-me, "crítico", mas um revolucionário com objetivos nobres, bondade no coração e poesia na alma se faz no útero. Portanto, um cara que atravessa a nado o rio Amazonas para comemorar seu aniversário com os leprosos segregados de um leprosário - segregados pelo rio, margem de cá freiras, médicos e enfermeiros, lado de lá os doentes - não é um aventureiro juvenil, é um revolucionário. Revolução não é apenas algo que se faz com armas e milícias, mas se faz em atitudes - como doar os merdas dos quinze dólares da namorada milionária (era dinheiro para um biquini americano que ela encomendou, que Che recusava-se a usar para comer, com objetivo de cumprir o compromisso honesto com a namorada) para mineradores desempregados, esfomeados e relegados de suas terras e origens apenas por ter como ideologia o comunismo. Bem, de mais a mais, a revolução é uma aventura que só o espírito jovem pode empreender. Dizem que quem não é comunista na juventude é insensível, e quem o é na maturidade, insensato.
Independente disso tudo, o filme tem uma poesia documental extraordinária. As cenas tem a tela preenchida com maestria, nada sobra, nada falta. A fotografia de Eric Gautier é impressionante, tonalidades deliciosas. O equilíbrio nos cortes, o momento certo das músicas. E, ao final (como já em intersecções pelo meio do filme) tomadas de americanos-latinos reunidos, em preto e branco, que devem ter deixado o cosmeta Sebastião Salgado corado e arrependido de ter um dia se aventurado a fotografar os humildes. Obrigado, Walter Salles, Eric Eautier, roteirista e atores. Obrigado, Alberto Granado (mostrado ele mesmo, a olhar a vida que passou, em take especialíssimo para fechar a obra). Obrigado Ernesto CHE Guevara. Não, não vou dar vivas à revolução armada, talvez hoje não seja o caminho. Vou dar vivas a revolução das atitudes, à poesia e aos homens de bem.
Ficha técnica
Título Original: The Motorcycle Diaries
Gênero: Drama
Tempo de Duração:
Ano de Lançamento (EUA): 2004
Site Oficial: www.motorcyclediaries.net
Estúdio: Southfork Pictures / FilmFour / Tu Vais Voir Productions / Senator Film Produktion GmbH
Distribuição: Buena Vista International
Direção: Walter Salles
Roteiro: Jose Rivera, baseado nos livros de Che Guevara e Alberto Granado
Produção: Michael Nozik, Edgard Tenenbaum e Karen Tenkhoff
Fotografia: Eric Gautier
Desenho de Produção: Carlos Conti
Direção de Arte: Laurent Ott
Figurino: Beatriz de Benedetto e Marisa Urruti
Edição: Daniel Rezende
Elenco
Gael García Bernal (Che Guevara - jovem)
Susana Lanteri (Tia Rosana)
Mía Maestro (Chichina Ferreyra)
Mercedes Morán (Celia de la Serna)
Jean Pierre Nohen (Ernesto Guevara Lynch)
Rodrigo de la Serna (Alberto Granado)
Gustavo Pastorini (Passageiro)
Jaime Azócar
Ulises Dumont
Facundo Espinosa
Sinopse
Che Guevara (Gael García Bernal) era um jovem estudante de Medicana que, em 1952, decide viajar pela América do Sul com seu amigo Alberto Granado (Rodrigo de la Serna). A viagem é realizada em uma moto, que acaba quebrando após 8 meses. Eles então passam a seguir viagem através de caronas e caminhadas, sempre conhecendo novos lugares. Porém, quando chegam a Machu Pichu, a dupla conhece uma colônia de leprosos e passam a questionar a validade do progresso econômico da região, que privilegia apenas uma pequena parte da população.
Por: Cláudio Bettega - 12:12 PM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
a melhor "coisa" da playboy da juliana paes não é o bundão desta, mas o todo da ruivinha gaúcha de vinte e um aninhos. principalmente os pelinhos pubianos ruivos...
Por: Cláudio Bettega - 11:17 AM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
Foto traficada do www.fotolog.net/bozo
Por: Cláudio Bettega - 11:01 AM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
Ele veio!! Aqui está, a pedidos, o texto do Mário Augusto Lopes, um dos meus maiores camaradas, sobre o Pixies:
Como explicar a sensação de ser abduzido, sobreviver a um tornado ou atingir o nirvana? Acho que quem já passou por alguma dessas situações deve ter enfrentado a mesma dificuldade que estou tendo agora, tentando definir o que foi assistir ao show do Pixies. Antes de mais nada, é necessário deixar umas coisas bem claras, para não parecer papo de tiete ou de maluco. Preciso declarar que não sou histérico, nem fã do Pixies (ou pelo menos não era, até assistir a este show). Não tenho nem ao menos um cedezinho sequer dos caras. E também quero deixar claro que procuro assistir a todo e qualquer show com total isenção: vi Morrissey (Smiths é minha banda favorita) e confesso que não achei aquilo tudo; vi David Bowie, que é para mim o maior mito pop, e não me impressionei tanto; vi em duas noites consecutivas o U2 (meus heróis de adolescência) e achei legal mas com excesso de pirotecnia; e, enfim, vi outros shows internacionais de ídolos que gostei bastante, mas... nada equiparado ao que assisti no sábado. Até então, o show que mais tinha me impressionado foi o do The Jesus and Mary Chain, pelo vigor com que os caras tocavam (na época, um crítico afirmou algo como: "a banda tocando a 10% é 100 vezes melhor que o Barão Vermelho tocando a 100%"). Com o tempo, a gente vai assistindo a mais e mais shows, e ficando cada vez mais e mais exigente, passando a não perdoar nem o roadie que demorou para levantar o pedestal do microfone. E, para mim, o show do Pixies seria apenas mais um show. Um grande show, lógico, mas nada além disso (embora já pareça ser o suficiente). Aliás, minhas expectativas meio que amainaram depois da noite morna dos shows da véspera: comentei com um amigo ao celular que foi tudo bem fraquinho. Teve os suecos do Hell on Wheels que surpreenderam pela competência, espontaneidade e carisma, e o Sonic Jr com uma proposta interessante misturando groove e experimentalismo. O Teenage Fanclub não consegui sacar. Considerada a melhor banda do mundo por Kurt Cobain e a segunda por Liam Gallagher (adivinhe qual é a primeira na opinião do guitarrista do Oasis?), fizeram um som bacana, mas ainda estou tentando entender os elogios rasgados (incluindo os do meu ex-professor de violão, fã declarado). Na platéia estava o Felipe Hirsch, provavelmente o maior expoente do teatro brasileiro atual: fã de rock, dirigiu a peça "A vida é cheia de som e fúria" inspirada no filme e no livro "Alta Fidelidade", que virou best seller e um marco na cultura pop (que fica sempre tão à margem na literatura). Detalhe: na peça, o som do Pixies está presente. Felipe é aficcionado por rock e, encontrá-lo lá, foi como dar de cara com o Juarez Machado em uma vernissage: sinal de que o que está ali merece ser visto.
Como prefiro as más notícias precedendo as boas, vou falar das coisas ruins do show antes de mais nada. O Pixies, assumidamente, voltou a pegar a estrada só pela grana. Particularmente, eu curti até isso, porque significa que os caras são legítimos mesmo, sem essa de armar discurso no estilo "estávamos com saudades". Outra constatação é óbvia: a de que antigamente não era só pela grana (lá nos 80, quando eles compunham), o que assegura músicas realmente mais livres do mero composto mercadológico. Mais um fator considerado negativo: ao final do show uma amiga comentou comigo que "faltou eles se comunicarem com a platéia". Eu até então não tinha me dado conta, mas de fato, eles não deram um "Hi!" ou um "Thanks" sequer. Ao que respondi "Mas você queria mais comunicação do que isso que a gente viu hoje!?!?!?!". Bom, vamos ao show.
No sábado, a multidão (para desespero das bandas que abriram para o Pixies) parecia apática, insensível aos mais pungentes acordes e distorções. Mas... no intervalo para a entrada do Pixies... O ar parecia carregado de uma expectativa absurda. Qualquer membro da produção que pisasse no palco era ovacionado, pensando-se ser um dos integrantes da banda. Ninguém arredava o pé de onde estava, aglomeração total, com cada centímetro de chão vigiado com olhos de lince e cotovelos bicudos. Ao meu lado, uma garota desmaia. Impossível sair do local, estava cercada de dez mil pessoas que não iriam reparar se alguém praticasse arakiri. A atenção toda voltada para o palco. Um cara se vira e comenta sobre a garota desmaiada: "coitada!! Não estou dizendo por desmaiar, mas por perder o show do Pixies!!". Achei que foi muito humor negro, mas logo vi que ele tinha razão. Já nos três primeiros segundos de "Bone Machine", a música de abertura, entendi o motivo de os ingressos para a turnê nos EUA terem se encerrado em duas horas, de os ingressos aqui em Curitiba terem sido vendidos em tempo recorde e gerado um barulho tão grande por conta da confusão e excesso de procura (a ponto de mudar o endereço do show para a Pedreira Paulo Leminski, que comportaria mais público que a Ópera de Arame); e de ter gente madrugando para comprá-los no Memorial de Curitiba. Parecia uma multidão possessa. Eu me senti como um muçulmano moderado que sem querer entrara numa turba de shiitas se auto-flagelando em Meca. E o show... o show... o show... o show era só a banda. E isso era tudo. Nada de pirotecnia, telões gigantes, alegorias, efeitos cênicos, laser, fogos... nada. Nem instrumentistas de apoio para dar uma segurada. Assustador pela crueza. E um show sem piedade: um petardo atrás do outro, desidratação coletiva, uma histeria em que cantar e berrar quase não tinha diferença. Ondas humanas iam e voltavam. Não havia descanso, e todo mundo queria era mais. O que aconteceu nos noventa minutos de show não pode ser descrito. Acho que posso explicar todos os demais shows que assisti. Mas não este. O incrível é que os caras estavam há mais de dez anos sem tocar, sem lançar álbum, sem aparecer na mídia (o que estimulou a organização do evento a achar que haveria um público modesto). E fazem um som sem tribo: não é para headbangers, punks, reggaeiros, moçada que gosta de som pesado, hardcore, grunge, etc. Fazem um som com tanta identidade que não se enquadra em estilo nenhum. São "indie" - um título bastante escapista que não define josta alguma. As letras também evitam qualquer apelo panfletário, não são sentimentais ou agudas e políticas, não apontam caminhos, não buscam a empatia de ninguém e tem um tom nonsense que mais confunde do que explica. E mais, eles não têm o mínimo aparato de marketing: nem logomarca se deram ao trabalho de criar pros caras e não são rockers no figurino (usam camisa de flanela xadrez, e, segundo consta, caminhavam por Curitiba tranqüilamente sem ser identificados), nem são posers, basta ver qualquer foto da banda, não se sabendo nunca se acabaram de acordar ou se estão indiferentes mesmo. Se fossem um produto, poucos apostariam nele. Só mesmo a lendária gravadora 4AD, que presenteou o mundo com o álbum "Surfer Rosa" e abriu espaço para o Pixies conquistar o submundo pop. Enfim, Não quero me alongar porque já me cansei de não explicar nada. Eu só lamento um fato: não estar preparado para este show. Confesso, não esperava que fosse tanto. Não mesmo. "Já posso morrer feliz" e "ainda estou me recuperando" são coisas que ouvi hoje (dois dias depois) de duas amigas que foram comigo no show. Na hora, ouvia-se gritos como "é o melhor show da Pedreira!" e gente fazendo reverências para o céu, agradecendo uma oportunidade divina (aliás, quando a multidão cantou que "if the man is five, the devil is six, and the God is seven", parecia mesmo uma experiência religiosa). Todos cantavam todas as músicas, e eu me envergonhei por só saber os refrões. Como diria o poeta que é nome da Pedreira, valeu! Valeu ter enfrentado oito horas debaixo de sol para não conseguir os ingressos (na segunda leva de vendas, mal organizada pacas), valeu ter gastado uma naba para conseguir ficar no setor A (que acabou não existindo, porque a multidão arrombou as grades e invadiu), valeu cada segundo de pulos, pisões, gritos e suor. Agora, me dá licença que vou comprar uns CDs do Pixies pra tentar reviver um pouquinho daquilo tudo que continuo sem saber como explicar.
Esse é o Márião que, graças a Deus, eu conheço!!!!
Por: Cláudio Bettega - 9:31 PM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
Por: Cláudio Bettega - 1:39 PM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
Me...
...recuso a escrever qualquer coisa sobre o show. não tenho competência. Quero um texto do Mário aqui. Mas tá difícil de convencer. Me ajudem!!.
Por: Cláudio Bettega - 10:06 AM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
Começa hoje. E amanhã, PIXIES
Sim sim, com a transferência do Curitiba Pop Festival para a pedreira garantimos eu, meu amigo erudito pop Mário e suas duas amigas de sampa, nossos lugares. Vou pro barro, moçada. Festival na chuva!!! Até!
Por: Cláudio Bettega - 10:25 AM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
LIMITES AO LÉU
Paulo Leminski
POESIA: "words set to music" (Dante
via Pound), "uma viagem ao
desconhecido" (Maiakóviski), "cernes e
medulas"(Ezra Pound), "a fala do
infalável"(Goethe), "linguagem
voltada para a sua própria
materialidade" (Jákobson),
"permanente hesitação entre som e
sentido"(Paul Valéry), "fundação do
ser mediante a palavra" (Heidegger),
"a religião original da humanidade"
(Novalis) "as melhores palavras na
melhor ordem" (Coleridge), "emoção
relembrada na tranquilidade"
(Wordsworth), "ciência e paixão"
( Alfred de Vigny), "se faz com
palavras, não com idéias" (Mallarmé),
"música que se faz com idéias"
(Ricardo Reis/Fernando Pessoa), "um
fingimento deveras" (Fernando
Pessoa), "criticism of life" (Mathew
Arnold), "palavra-coisa" (Sartre),
"linguagem em estado de pureza
selvagem" (Octavio Paz), "poetry is to
inspire"(Bob Dylan), "design de
linguagem" (Décio Pignatari), "lo
imposible hecho posible" ( García
Lorca), "aquilo que se perde na
tradução" (Robert Frost), "a liberdade
da minha linguagem"(Paulo
Leminski)...
Meu eu (Cláudio Bettega)
Por: Cláudio Bettega - 8:54 PM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
As músicas do CD "Saiba", do Arnaldo Antunes, tem tudo a ver com a capa do disco, que tráz os pezinhos dele "carimbados" quando recém nascido. Ideais para festinhas de criança. Que saudades do Arnaldo dos Titãs (que saudades dos Titãs dos tempos do Arnaldo) e que saudades do Arnaldo dos dois primeiros CDs solo, "Nome" e "Ninguém".
Por: Cláudio Bettega - 10:45 AM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
"Não importa que o teatro seja político, que a poesia seja social, que o romance seja espírita, que a pintura seja budista, fascista ou macumbeira. Importa apenas que seja bom teatro, e boa poesia, e bom romance, e boa pintura. "
Nélson Rodrigues
Por: Cláudio Bettega - 10:25 AM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
Queria ser por um dia o amargo fel que escorre do canto da boca do fofoqueiro imbecil. Queria ser a ignorância pura do ignorante bucéfalo que se espalha em ejactar sua presumível cultura e inteligência. Gostaria de testemunhar a queima da pele pelos raios solares, bem de pertinho. Ah!, quão interessante seria ser por um lapso qualquer um punhado de sal que estrague o sabor da comida por ser excessivo. A mosca da sopa, Raul já cantou. Como seria ser o ladrão do Tribunal? O mal espírito do satânico ritual?
Ser o cancro maligno a se metastasear pelo organismo falido...
Ser o canalha da véspera, do dia e do amanhã...
Mas qual!! Caiu-me a sina de ser assim, tolo, inocente. Aguenta agora, pobre ser, a escumalha bandida a pisotear na tua pureza. Aguenta a merda que se espalha pela vida desvalida e sente, sem nausear-te, o cheiro. E reza, apenas reza pela recuperação difícil dos espíritos medíocres e sem evolução.
04.05.2004.
Por: Cláudio Bettega - 12:24 PM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
Qualquer coisa
que eu escreva
é pra expressar
meu sentimento
lá de dentro.
Ele vem torto
meio frio
mas nunca morto.
Aqueço-o nas palavras
dou-lhe poesia
faço-o belo
mais belo
do que já é.
Pode ser que venha
como raiva
tristeza
dor
torpor -
que venha como vier
é bem vindo,
vira poema
sem dilema
e abre meu sonho
mais lindo.
04.01.2001
Por: Cláudio Bettega - 9:58 AM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
"O canalha é sempre um cordial, um ameno, um amorável e costuma ter uma fluorescente aura de simpatia."
"O indivíduo que esboçar um esgar de inteligência há de ser, sempre, um solitário e um escorraçado. Um idiota está sempre acompanhado de outros idiotas. Mas nenhum ser é menos associativo do que o inteligente."
Nélson Rodrigues
Por: Cláudio Bettega - 9:03 PM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
Estico qual lagarto minha língua para recolher gotas desse orvalho de absinto, poética noite que me norteia pelas ruas escuras. A lágrima sai quente e cura os glaucomas e dores da minha alma. Paixões faleceram, esgotaram-se em fumaça e não experimentaram beijos. Misturo gotas desse absinto curitibano com litros de cerveja americana. Trôpego, faço o protesto solitário do artista descontente. Teatral é a forma do meu ser em movimento, o palco é o rumo, alvo dos meu dardos de expressão. Três, quatro passos e um giro de felicidade no ar, um pouso de desesperança no solo da urbe. Árvores e pombas em meu caminho, carros e aviões em meu ouvido, temores, dores e tremores no coração. Nua, a lua revela suas manchas negras encrustradas em sua coloração Flicts. Nuvens dançam, ventos ventam e continuo a sorver o orvalho de álcool. Quanto mais escorrem as lágrimas, menor é a dor. A lágrima também agora é álcool. Lá vai a meretriz, por ali um catador de latinhas vazias, aqui vai o poeta, que não aceita nenhuma linha reta.
03.05.2004
Por: Cláudio Bettega - 2:49 PM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
Essa é a genial ilustração do Angeli para a tragicomédia MACBUSH, a história de Dubya, o grande, Rei da América e subsequentemente imperador da oceania (escrita por Harold Bloom e traduzida por Bárbara Heliodora). Saiu ontem no caderno Mais da Folha, e eu tinha obrigação de dividir com todos esse desenho incrível. Imperador, pra mim, é o Angeli.
Por: Cláudio Bettega - 10:50 AM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
não quero métricas em meu caminho
não escrevo poemas em pergaminho
livre sou, quero sempre ser
destilo idéias e as verto meio sem querer
não metrifico meu amor
minha saudade
minha dor
instituo, propago, transmito
minha força
meu grito
não sou gênio
não sou mito
apenas vivo
apenas sinto
05.08.2001
Por: Cláudio Bettega - 5:46 PM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
Ai, que saudades do Clinton. Ai, que saudades do... Bem, presidente brasileiro, não dá saudade de nenhum, né não?
Por: Cláudio Bettega - 1:32 PM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
Dúvidas que não querem mais calar.
Por que aquele imenso espaço ocioso chamado de Memorial de Curitiba, cujos custos de obras foram astronômicos nos tempos de La Greca, permanece, assim, ocioso? Por que não é, pelo menos uma vez por semana, liberada aquela praça para que artistas a usem como bem entenderem? Por que não chamar poetas para declamarem seus poemas e vender seus livros, estudantes de teatro para encenarem peças, textos próprios, as performances que bem entenderem? Não custa nada. Locar? o Caralho!! Cultura é dever do estado. Só custa colocar dois guardas municipais, que, aliás, vivem lá dentro matando as moscas. Se de dia, nem luz
precisa acender. Mas vai querer ensinar isso pra executivos analfabetos que se instalam na afundação cultural... Dá pane no "cérebro".
Por: Cláudio Bettega - 10:44 AM :: | Toque o seu acorde
ou comente aqui:
Nascido em Curitiba - PR (onde resido), em 12.junho.1971
Formado em Publicidade e Propaganda.
Estudante de Teatro.
Poeta.
"O importante não é o que
fazem com você, mas o que
você faz com o que
fazem com você"
Jean Paul Sartre
"A arte nasce a partir
do momento em que viver
não é mais suficiente
para exprimir a vida"
Meu email
on-line
Blog de Amigos
Ação e Divagação
A Casa das Amantes
Acervo Pessoal
Ah, o amor...
As Kutícula
Assim Estou
Batom na Cueca
Bláblas
Blues Curitibano by Alexandre França
Café do Blog
Caminhando e Pensando
Caminho de Brunas by Polonaise
Cantinho da Lalai
Conto de Réis
Corpo Em Cena
Decadência Urbana
Eu Sozinha F.C.
Febre Alta
Fernanda
Fratura Exposta
Giovanna Chinen
Guta
Hopinião
Koisas Do Piru
Larica Existencial
Lilith Grrl
Marcelo Tas
Maryllene
Meditabundas
MegaZona
Meu Mosaico
Minha Cor - Flicts
Nosso Palco
Os Insones
Pau da Barraca
Pensamentos Imperfeitos
Polzonoff
Professora 24 horas
Psycodelico
Rock Way Of Life
Salón Comedor
Sanatório Geral
Seu Tião
Spectorama
Trash by Dra. Phibes
Uma Por Dia
Umbigo
Links
A Barata
A Casa do Bruxo
A Garganta da Serpente
Argumento
Arnaldo Jabor
Barulho Records
B*Scene
Carlos Drummond de Andrade
Cristovão Tezza
Denise Stoklos
Etel Frota
Fabrício Carpinejar
Greta Benitez
London Burning
Mar de Poesias
O Bule
Onanistas
Patrícia Camera
Pé no Palco
Pontual
Revista Zero
Scream & Yell
Supers
Usina de Letras
Arquivos
Meu Passado