Por: Cláudio Bettega - 2:09 PM :: | Toque o seu acorde
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PARA SIBIL
Quase nada (zeca baleiro e alice ruiz)
de você sei quase nada
pra onde vai ou porque veio
nem mesmo sei
qual é a parte da tua estrada
no meu caminho
será um atalho
ou um desvio
um rio raso
um passo em falso
um prato fundo
pra toda fome
que há no mundo
noite alta que revele
o passeio pela pele
dia claro madrugada
de nós dois não sei mais nada
(de você sei...)
se tudo passa como se explica
o amor que fica nessa parada
amor que chega sem dar aviso
não é preciso saber mais nada
Por: Cláudio Bettega - 1:59 PM :: | Toque o seu acorde
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Hoje é aniversário de Semíramis Franco Bettega, minha mãe.
Alegre coração que
consagra a emoção e
envolve de carinho
todo corpo todo ninho
toda forma toda vida
meu Senhor
que coisa boa
ter você perto de mim
minha mãe minha querida
viva sempre tomada
pela proteção divina
21.07.2000
Mãe amiga
mãe querida
sempre-sempre
companheira
ajuda a todos
com carinho
sem pedir
nada em troca
mesmo assim
te darei
esse poema
e uma bicota
18.06.2001
Mãe, teu caçulinha te ama!!!!!
Criatura mãe
Cria e atura.
Por: Cláudio Bettega - 8:14 AM :: | Toque o seu acorde
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HAIKLÁUDIO
escorre a lágrima do abandono
fujo de mim mesmo
cachorro sem dono
by chfb.
Por: Cláudio Bettega - 1:53 PM :: | Toque o seu acorde
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Por: Cláudio Bettega - 10:09 PM :: | Toque o seu acorde
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Depois do Cláudio safadinho, um Cláudio mais "ameno"...
Mostro-te o
gosto
da fruta mais
doce -
meu beijo em
teus lábios,
meu sopro em
teus olhos,
meu corpo em
teu corpo.
Fruta madura,
doce,
melada,
sem enjoar,
feita para
se pedir mais.
Desnudo teus
sentidos,
instintos,
humores,
agarro teus
cabelos -
devaneio solto
no ar.
Faço da minha
voz
a música mais
serena
a embalar teus
ouvidos,
sonhos,
desejos;
sussurro os
gemidos,
digo-te os
motivos
pra te amar
sempre mais.
Iluminamos o
escuro
com nossa própria
luz -
o amor
em estado puro.
Em 11.11.2002, by chfb.
Por: Cláudio Bettega - 9:03 AM :: | Toque o seu acorde
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Segunda-feira, Agosto 25, 2003
Por: Cláudio Bettega - 8:40 AM :: | Toque o seu acorde
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Cláudio safadinho...
Te penetro
com amor
injeto
no teu corpo
meu líquido
mel
o mesmo
que te esguicho
na cara
carinho
minha vara
lateja
te quer mais
quente
molhada
assanhada
te beijo
toda
quero ouvir
"me foda"
- te fodo
te amo
te levo
a outro plano.
Em 24.08.2003, by chfb.
Por: Cláudio Bettega - 7:00 AM :: | Toque o seu acorde
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Terminei hoje a primeira de duas semanas de mais tratamento fisioterápico. É provável que, depois de findada as duas semanas, haverá mais procedimentos, quem sabe continuar com os atuais alongamentos ou começar RPG (reeducação postural global). Não sei, claro, isso quem sabe é a Dra. Cynthia, que, aliás, sabe mesmo muito bem como avaliar as necessidades dos pacientes. Aliás, eu estava pensando quando vinha pra casa: uma das coisas que mais nos provocam queixas é a dor. Mas a dor está me mostrando outros caminhos, o quanto a gente pode superar problemas, e o quanto de gente muito bacana pode entrar em nossas vidas por causa dela. Não que eu esteja só falando de dor pra me lamentar, bancar o coitadinho. Mas é a minha realidade, aliás há muito tempo - inclusive dor espiritual. Posto aqui no blog poemas, brincadeiras, comentários, mas gosto também de dizer o quanto minha vida tem mudado pra melhor. E sou muito grato às lindas meninas da CENPRE, sobretudo à Michelle, que todos os dias me guia pelos procedimentos, e à Dra. Cynthia, que tem muita competência profissional e senso de organização. Fisioterapia todos os graduados no curso sabem (ou pelo menos deveriam saber). O que diferencia o profissional, e isto em qualquer área, é o carinho com o cliente, e o jeito natural de mostrar que está realmente preparado.
Por: Cláudio Bettega - 1:25 PM :: | Toque o seu acorde
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Para o meu grande amigo Sérgio Augusto Machado
(Dá-lhe Sérginho!!! Parabéns!!! Mandou bem pra caralho!!!)
BABYLON
(Zeca Baleiro)
baby i'm so alone
vamos pra babylon
viver a pão-de-ló e moet chandon
vamos pra babylon
vamos pra babylon
gozar sem se preocupar com amanhã
vamos pra babylon
baby baby babylon
comprar o que houver au revoir ralé
finesse s'il vous plait mon dieu je t'aime glamour
manhattan by night
passear de iate nos mares do pacífico sul
baby i'm alive like a rolling stone
vamos pra babylon
vida é um souvenir made in hong kong
vamos pra babylon
babylon
vamos pra babylon
vem ser feliz ao lado desse bon vivant
vamos pra babylon
baby baby babylon
de tudo provar champanhe caviar
scotch escargot rayban bye bye miserê
kaya now to me o céu seja aqui
minha religião é o prazer
não tenho dinheiro pra pagar a minha ioga
não tenho dinheiro pra bancar a minha droga
eu não tenho renda pra descolar a merenda
cansei de ser duro vou botar minh'alma à venda
eu não tenho grana pra sair com o meu broto
eu não compro roupa por isso que eu ando roto
nada vem de graça nem o pão nem a cachaça
quero ser o caçador ando cansado de ser caça
Por: Cláudio Bettega - 8:32 AM :: | Toque o seu acorde
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Um dos meus primeiros pecadilhos metidos à poesia. Acho que em 1991, ou 1992, sei lá...
Encontrei certa vez um verso
Todo esfarrapado e sujo
Disse-me não ter passado
E também estar perdido e sem futuro
Pediu-me encarecidamente
Que escrevesse um poema belo
E nele o colocasse
Formando aqui e alí algum elo
Prontamente atendi seu pedido
E dei-lhe vida poética
Aqui está o poema
Mas não vou revelar o verso
Quem quiser que adivinhe
Sem dar significado inverso
Por: Cláudio Bettega - 11:29 PM :: | Toque o seu acorde
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E houve também o dia em que escrever esse "poem" se fez necessário...
I feel my mind heavy
like an iron ball
lost in the garbage
I feel my eyes dim
like a stormy day
lost in the week
I just want a
piece of paper
and a little knowledge to
express the
truth
I just need to
write some poetry to
leave the
dark side
I just long for a
thoughtful messenger
who brings me
good news
Em 17.04.2000, by chfb.
Por: Cláudio Bettega - 11:08 PM :: | Toque o seu acorde
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Curitiba, 30 de março de 2007.
REQUIÃO ESCAPA DE HOSPITAL PSIQUIÁTRICO
O ex-governador, ex-senador e ex-prefeito de Curitiba Roberto Requião de Mello e Silva fugiu do Hospital Psiquiátrico Bom Retiro por volta das duas horas da tarde de ontem. Ele não tinha tomado os sedativos e conseguiu enganar os enfermeiros, que não sabem como a fuga ocorreu. O médico responsável pelo caso disse que Requião estava num estado muito crítico, apresentando psicoses, neuroses e esquizofrenia avançadas.
O internamento do ex-governador deu-se nos primeiros dias de Janeiro do corrente ano e, segundo a junta médica que primeiro estudou o caso, foi motivado por uma série de fatores.
Requião já vinha apresentando desvios sérios desde 2005. Segundo alguns assessores do político, o fato de Gustavo Fruet, seu candidato pelo PMDB, não ter nem sequer sido aprovado no primeiro turno das eleições municipais de Curitiba em 2004, já o deixou muito nervoso. Depois, Requião apoiou incondicionalmente Ângelo Vanhoni, do PT, contra Beto Richa, no segundo turno. Vencida a eleição por parte dos petistas, o partido ignorou o PMDB e indicações a cargos de Roberto Requião, que, de acordo com o prefeito Ângelo Vanhoni, "estava mesmo era querendo governar no meu lugar".
No segundo semestre de 2005, Requião rompeu com o governo nacional de Lula, apresentando sua candidatura à presidência pelo PMDB. Mas seu partido, devido à grande aceitação popular ao governo do PT e consequente folgada margem nas pesquisas em favor de Lula, decidiu por se aliar aos governantes e fazer uma coligação. Requião, segundo fontes seguras que não querem ser identificadas mas que dizem não estar maledicendo, podia ser visto espumando pelos corredores do Palácio Iguaçu.
O grande baque emcional do governador decorreu das eleições ao governo do estado. Requião acabou por tentar a reeleição, mas perdeu por pequeníssima margem de votos para o candidato do seu maior adversário político, Jaime Lerner. Para vencer a disputa, Cássio Taniguchi utilizou-se na campanha de acusações contundentes que, dizia, podiam ser comprovadas, de corrupção no governo de Requião.
Completamente transtornado e investigado pelo ministério público, Requião teve de ser internado. Ao chegar ao hospital, segundo funcionários do mesmo, o ex-governador gritava: "Eu não sou corrupto!!!! Eu não sou corrupto!!!! Sou o político mais honesto do Brasil!!!! Sou ilibado!!!!!! Sou ilibado!!!!! Sou pudico!!!!!!"
Nos últimos dias de internado, ainda segundo pessoas que trabalham no hospital, Requião alternava momentos de excitação, quando berrava muito e chegava a querer corrigir erros gramaticais de enfermeiros, com momentos de muita angústia, acompanhados de choro. Nesses momentos, podia-se ouvi-lo dizer: "Eu só queria mesmo era ser o Lerner... Eu queria ser o Lerner...".
Ontem, 29 de março, no aniversário da capital, pela manhã Requião cantava parabéns pra você e aludia aos pontos turísticos e organização urbana da Cidade, dizendo: "Isso aqui é uma maravilha!!!! Vocês já viram como organizei essa cidade?? Hoje ela é de primeiro mundo, graças a mim!!! Eu tranformei essa cidade!!!!! Vocês já viram os biarticulados?? Os parques que implantei??? Os terminais do maravilhoso transporte coletico??? O calçadão da Rua XV?? Me levem lá hoje, por favor!!!!!!!! Eu sou dono disso aqui!!!!"
As buscas ao ex-governador estão sendo cada vez mais intensificadas. Transeuntes dizem terem visto alguém bem parecido com ele, ontem à noite, por volta das 21 horas, urinando na escultura em forma de cavalo do Largo da Ordem, gritando: "Isso é uma bosta!!! Só podia ser coisa do Rafaelzinho Greca, mesmo".
Por: Cláudio Bettega - 8:22 PM :: | Toque o seu acorde
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VIDINHA DE PROVÍNCIA.
O primeiro grande embate nas urnas deu-se em 1985, na primeira eleição direta para prefeitura depois da ditadura militar. Mas, quem assistiu ao debate pré-eleitoral na televisão (lembro direitinho, meu corpo não é mais de elefante, mas a memória permanece sendo a do bicho) não poderia ter deixado passar despercebido um detalhe: o ódio de Requião por Jaime Lerner vem, além da inveja do talentoso urbanista, de um fato do começo dos anos setenta. Lerner era prefeito biônico da ditadura, e Requião, advogado voluntário das comunidades carentes dos bairros periféricos. Fazia aquilo por idealismo, não precisava do dinheiro, sua família possui (ou pelo menos possuía até bem pouco tempo) uma das maiores e mais requintadas lojas de móveis da capital. E o prefeito dos militares não recebia para discussão os representantes dos carentes, mais que isso, era extremamente estúpido com eles. Requião jogou isso na cara do ex-prefeito. Bem, a disputa era acirrada, deu-se a votação, Requião ganhou por ter a máquina toda do PMDB do governador Richa ao lado dele (apoio do governador incluso, claro, mas que na verdade era favorável à candidatura de Amadeu Geara na convenção do partido) e mais uma propaganda de muitos minutos na televisão muito bem conduzida, ressaltando o clima de redemocratização e o fato de Lerner ter vindo das hostes ditatoriais - "Voltar atrás, nunca mais"...). Sem contar o pessoal que recebeu dinheiro pra vir do interior votar aqui com título transferido, tive provas em casa, um cara que fazia uma construção era de Maringá e veio financiado pra votar - no dia seguinte da votação, ele deixou o bico e voltou pro interior). E sem contar o apoio da então retransmissora da Rede Bandeirantes, o canal seis, que era de propriedade de um deputado estadual do PMDB. O nome dele?? José Carlos Martinez!!! Sim, sim, eu lembro, eu lembro. O mesmo Martinez que, em 1990, disputou a tapa o pleito ao governo do estado, vencido por Requião e o engodo publicitário "Ferreirinha" (dizem que foi, mas acho que foram outros detalhes na propaganda - o Ferreirinha apenas contribuiu levemente). Viraram inimigos depois de serem amigos, e hoje Requião e Martinez já se entendem novamente.
A revista "Caderno de Idéias" deste mês tem uma matéria sobre esse revesamento incessante dos grupos de Lerner e Requião no poder que determina as vidas dos paranaenses. Revista editada pela "Travessa dos Editores", do jornalista Fábio Campana, pessoa que não conheço mas, dizem, troca bastante de lado nas suas convicções. ( Os fatos aqui relatados não foram tirados da matéria, e sim da minha memória. A matéria tem outro enfoque).
Aliás, eu (também) já troquei de lado em relação aos dois. Em 1985 queria a volta do Lerner, da tecnocracia urbanista. Em 1988 não podia ainda votar, mas teria votado no Claus Gerner do PT por já estar completamente contra o "Lernismo Burguês". Mas votei em Lerner contra o Álvaro Dias em 1994, e em Taniguchi contra o Carlos Simões em 1996. No entanto, voto no Requião desde 1990. Acho que, se houvesse debates em 1998, o resultado poderia ter sido, no mínimo, mais apertado (a diferença pró-Lerner foi de 6%).
No próximo post, vou fazer uma brincadeira com nosso governador, usando a "maldade" do imaginário local.
Por: Cláudio Bettega - 4:07 PM :: | Toque o seu acorde
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Segunda-feira, Agosto 18, 2003
EXIJO IGUALDADE!!!!!
Por que o atual presidente da república, ex-sindicalista e integrante de um partido de esquerda, resolveu dar entrevistas só aos grandes meios burgueses de comunicação? Os meios eternamente manipuladores da opinião pública? Meu humilde weblog quer ter o prazer de publicar uma entrevista exclusiva com o companheiro Lula!!!! Quero que os irmãos Marinho (afinal meu blog está hospedado na Globo.com) me custeiem uma passagem de aeronave (pode ser da Gol, adoro barras de cereais e amendoim...) e alimentação no planalto central ( eu como pouco). Não precisa hotel, um banheiro está bom, vou de manhã, volto de tarde. Temos que socializar os direitos de acesso ao mandatário máximo da república entre todos os militantes da comunicação. E o direito de acesso a entrevistas que não sejam chapa-branca a todos os companheiros internautas e a todos os brasileiros esperançosos!!!!!
Por: Cláudio Bettega - 7:37 PM :: | Toque o seu acorde
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O SORRISO DO VAMPIRO
Cruzei hoje com Dalton Trevisan numa livraira. É a trocentésima vez que vejo o cara. Estava uniformizado - como sempre, jaqueta azul de gabardine, calça jeans, boné pendurado no bolso em vez de na cabeça. Nunca quis me aproximar, dizem que ele é bem arredio. Já pensei em prestar reverências quando o vejo na rua, mas sei lá qual a atidude em resposta. Pois hoje passei por ele e disse "Olá, Mestre". Ele olhou com um sorriso e disse "Opa, tudo bem?". Eu, já de longe, olhei sorrindo e acenei. Logo depois pensei em me aproximar e tentar puxar um papo, mas ele já sumira. Acho que se foi justamente com medo da conversa...
Por: Cláudio Bettega - 7:27 PM :: | Toque o seu acorde
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Foi-se o poeta concreto Harolo de Campos...
Por: Cláudio Bettega - 5:41 PM :: | Toque o seu acorde
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ARNALDO CONTINUA SENDO MUITO MAIS
DO QUE UM MERO TRIBALISTA
"Nunca me senti especializado numa única linguagem. Creio que, em todas as atividades que exerço, como música popular, poesia, artes gráficas, vídeo, há um território comum, que é o trabalho com a palavra em si, mas amplificada ou contaminada por outros códigos. Uma mistura. Acho que é um dos sintomas da modernidade, que tornou mais fluente esse trânsito. A poesia saiu do livro e passou a se manifestar em diferentes meios - a canção, o vídeo, a instalação, o cartaz, o outdoor, a camiseta. Passamos a conviver com as possibilidades de poesia em vários suportes. Claro que há poetas que trabalham estritamente com a palavra escrita, com o livro, que é insubstituível por outros meios. O barato de você se relacionar com o objeto livro é insubstituível. O livro tem cheiro, ritmo, forma, e a sensação de solidão quando você está ali refletindo numa página, não há nada que substitua isso. Porém, por temperamento, gosto do contrabando de um código para outro. Antigamente, você tinha meios de produção diferenciados para cada linguagem; hoje, num computador, você pode trabalhar com texto, imagem, música, vídeo, animação, produção gráfica. Você acaba tendo, no próprio instrumental técnico, uma possibilidade muito maior de criar essas inter-relações. Sinto que uma tendência da modernidade é a de reatar pontes entre linguagens. O homem, no decorrer da história da civilização, foi demarcando: música é para ser ouvida, poesia é para ser lida no livro, artes plásticas para serem vistas... Porém, a vida moderna trouxe um arsenal tecnológico, como cinema, telefone, interferências urbanas... Nós somos assaltados todo o tempo por informações fragmentárias, de todos os lados, e isso, de certa forma, propiciou essa "descompartimentação". Por outro lado, vejo também o resgate de um espírito primitivo, um resgate da relação entre arte e vida. Na sociedade tribal não havia diferenciação entre música, rito, religião. Na verdade, isto tem a ver com o que o Oswald de Andrade fala em A Crise da Filosofia Messiânica, onde ele esboça uma abordagem filosófica da antropofagia. Oswald sugere uma equação em que a tese seria o homem primitivo, a antítese o homem civilizado e a síntese o que ele chama de "homem natural tecnizado". É mais ou menos o que o McLuhan vislumbrou quando cunhou o termo "aldeia global": o espírito da aldeia propiciado pela tecnologia. Tudo isso cria um território muito propício para a interseção de linguagens."
(extraído da entrevista concedida ao número zero
da maravilhosa revista Et Cetera)
Por: Cláudio Bettega - 1:56 PM :: | Toque o seu acorde
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Finalmente consegui postar!!!!!!! Blogger de bosta!!!!!!
Por: Cláudio Bettega - 9:57 AM :: | Toque o seu acorde
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Mais gripe...Ê, friozinho bão!!! E por falar em saúde (falta de) segunda-feira começo mais uma bateria de sessões de fisioterapia. Ontem estive na clínica, à tarde, para reavaliação com a Dra. Cynthia. E, putz!, o time da tarde é igualmente composto por fisioterapeutas lindas!!!! A secretária também é uma gracinha, que nem a da manhã. Eu falei pra Dra. Cynthia, e ela disse que está pensando em contratar um massoterapeuta homem pra equilibrar as coisas, que realmente, na área fisioterapia, as mulheres são maioria. Eu disse que não precisa equilibrar nada. Acho mesmo é que vou mudar de ramo...
Por: Cláudio Bettega - 9:57 AM :: | Toque o seu acorde
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Precisei um dia escrever isso...
A dor, desafiadora e aguda, impede que o brilho dos olhos
lancem bondade e espiritualidade. Tudo que se consagra,
tal dor profana.
A mente, o corpo, os sentidos, os membros, tudo envolvido por
uma esfera endemoniada, cáustica, que aprisiona o íntimo ser e castra
qualquer luminosa razão.
Cria-se em mim, dia a dia, uma obtusa maneira de permanecer vivo.
Não só a comida me alimenta, mas a dor parece,
ao mesmo tempo que exaure,
motivar o acordar, dormir e acordar. Quem sabe,
o automatismo masoquista e mórbido, o inflar-se de ar e
soprar de cansaço.
Faço este depoimento querendo um
desabafo derramado, comparável aos grandes dos grandes autores.
Pretenção é um caminho de dois gumes, mas, aos poucos,
se não grande, vou conseguindo um algo que chame a atenção.
Meus olhos, com brilho estancado,
querem vislumbrar razões, sentimentos,
metáforas, nada mais de adiamentos e torturas infindáveis.
Ouço um jato que se aproxima de seu pouso, e penso que também
quero um porto aconchegante.
O café espera-me na máquina, mas quero prosseguir na minha sina,
qual seja despejar emoções tristes e chamá-las de poesia, para
perpetuar minha existência.
As vozes do amanhecer emudeceram-se há muito,
ouço apenas os uivos lacrimosos de negras noites chuvosas, bastardas,
que dominam minha passagem e fazem-me amaldiçoar
os causadores de tal condição.
Mais que a dor, profano toda a realidade consagrada pelo tempo, pela
história, e deixo minha marca neste cruel mundo.
Embevecido, inebriado pelo contato com as palavras e idéias,
vou eu, num caminho que, desejo, chamar-se-á
felicidade.
Em 18.07.2000, bychfb.
Por: Cláudio Bettega - 9:16 AM :: | Toque o seu acorde
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Eu sempre gostei de cachorro, e em 1985 meu pai resolveu me dar um de aniversário. Queria mesmo qualquer um, ele encasquetou com cachorro grandão, tipo brabo que nem ele era. Aniversário em Junho, fomos buscar o cachorro em Junho, da ninhada dos Js, calhou de ser Juno o nome do bicho. É que eu peguei um dicionário de mitologia Greco-Romana e dei de cara com esse nome nos Js, o mesmo dos teclados famosos da Roland que eu tanto gostava porque batucava algumas teclas e queria ser tecladista em banda de Rock. Na real, Juno é o nome latino da deusa Hera. Mas vai, ninguém sabe mesmo... e meio que parece com Junho, né?...
Muitas pessoas compram um cachorro e pensam que vão ser os depositários da confiança do animal. Engano. O cachorro, principalmente um cão fiel e de guarda, é que escolhe o dono. E o Juno me escolheu logo quando abriram a porta do canil, veio correndo me xeretar. E eu estava mesmo era de olho no irmãozinho dele, bem vermelhinho que nem a mãe, Quimba. O Juno puxou o pai, o Boy. A ninhada foi de quatro machos, e seus irmãos eram o Japir, o Jambo e o Jumbo. Tinha dois meses quando eu o trouxe pra casa.
Ele foi super importante pra mim em épocas difíceis, me alegrava, eu caminhava com ele por aí pra ele exercitar e pra eu espairecer. Olha a sujeira que o danado fazia no canil!!!!!
No Brasil, os canis passaram muitos anos cruzando cães Pastores parentes, o que desenvolveu neles uma doença genética chamada Displasia, que enfraquece as pernas e, em alguns casos, paralisa. O Juno passou, aos treze anos, às vésperas de completar quatorze, uma semana paralisado. Demos todos os remédios, eu o carregava pra cá e pra lá pra limpeza etc. Teve que ser sacrificado, por sua própria dignidade. E pra nossa dor, claro.
Por: Cláudio Bettega - 11:21 AM :: | Toque o seu acorde
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Em 1985, com treze anos, assistia às transmissões do lendário Rock in Rio, quando apareceu na telinha aquele sujeitinho magro, carregando uma Gibson SG que parecia maior que ele, correndo de um lado a outro do imenso palco, o Angus Young. Havia aqueles sinos em "Hell's Bells", os canhões em "For Those About Rock (We salute you)"...
Gostei, elegi o AC/DC como minha banda. Comprei uma série de vinis que, mais tarde, por completa inconstância, que me acompanhou durante toda a adolescência e acompanha até hoje, acabei por me desfazer deles em trocas por outros discos. Há poucos anos atrás, voltei a querer ter AC/DC comigo, e comecei a comprar os CDs. Meu irmão , em 1998, foi passar um ano na Califórnia pra um Pós-Doutorado em Fisica Quântica (pode um troço desses????) e me perguntou se eu queria que ele mandasse algo de lá. Eu estava sempre atrás dos CDs do AC/DC, e não achava de jeito nenhum "Back in Black", que foi o que ele me mandou. Depois descobri que "Highway to Hell" estava fora de catálogo no Brasil, assim como "Ballbreaker" (que comprei usado). "The Razors Edge" nunca entrou em nosso mercado. Caralho, pensei, poderia ter explorado o cara, mesmo porque o "Back in Black" voltou a abundar nas lojas. Mas eis que agora descobri os importados, sendo que as lojas CD Clube do Shopping Curitiba e Palácio Musical são as duas com os melhores preços em questão. Paguei pelo "Highwai to Hell" e pelo "The Razors Edge" R$36 e quebrados cada na CD Clube . No Palácio não tinha esses, mas os importados do AC/DC lá estão por R$33,90. Ano passado, antes da cirurgia plástica, minha tensão emocional era intensa. Não pela plástica, mas pela Hérnia Abdominal que eu tinha que corrigir, era algo grave, muitas pessoas sofrem consequências sérias com o intestino projetado (fezes saem pelo abdômen, essas coisas maravilhosas...). Não podia invadir lanchonetes, assaltar geladeira, meu estômago diminuto não permite mais excessos. Então, o que fiz? Catei todos os trocados e comprei tudo do AC/DC que tinha direito. Cheguei a pagar R$31,00 pelo "If you Want Bood You've got it" na Savarin, a loja de CDs mais assaltante da cidade. Tive um bom alívio, ouvi AD/DC pra caralho, mas fiquei mais pobre... E pensar que já estou pensando em arranjar uns dinheiros pra recomprar todos nessas versões importadas...


Por: Cláudio Bettega - 1:43 PM :: | Toque o seu acorde
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Segunda-feira, Agosto 11, 2003
Se houvesse lógica...
... no futebol, eu poderia colocar as coisas assim: o Framengo meteu 6x0 no Bahia no meio da semana. Ontem, o Coxa solapou o Framengo por 5x0. Então, nossos eternos fregueses bahianos levaram 11x0 da gente...
O mais legal de entochar cinco no Framengo é que são rubro-negros também. Aliás, por falar nisso, o Atlétiquinho está iniciando hoje seu retiro espiritual no Rio Grande do Sul, pra fugir da pressão, tadinhos dos jogadores... Mas ontem eles se houveram bem, roubaram um pontinho de um adversário direto na luta contra o rebaixamento!!!! QUÁ QUÁ QUÁ !!!! Ei, eu tenho algum leitor framenguista??? Volte sempre, amigo, a casa é sua. E mande teu time aparecer lá no Couto Pereira pra tomar um Chocolate Quente sempre que quiser...
Por: Cláudio Bettega - 5:58 PM :: | Toque o seu acorde
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Se meu pai fosse vivo, eu não poderia homenageá-lo pelo dia dos pais. Ele iria dizer que é coisa do mercado, e que o verdadeiro dia dele viria mais adiante, em 19 de agosto, no seu aniversário. Meu pai morreu em 1996, de ataque cardíaco fulminante. Tinha 64 anos. Morava sozinho, meus pais eram separados. Com ele aprendi a ter um imenso gosto pela arte, pela cultura, pelas diversas linguagens. Mas, mesmo gostando, não entendo nada de pintura, desenho, fotografia, crítica de arte (sobretudo de cinema, a grande especialidade dele), comunicação visual em geral.
Apenas tento escrever algumas coisas, criar imagens através das palavras. Aliás, palavras ele dominava também - e muito. Mesmo as que feriam, tripudiavam. Mas não vou falar disso. Vou, sim, lembrar dele com muito carinho, com o respeito que a honestidade e o caráter dele mereciam. E vou publicar esse poema, escrito em 03 de janeiro de 2001, num momento em que eu estava com uma puta saudade do cara. Essas fotos dele fui eu quem tirou. E a minha, com um aninho, foi ele, claro!!!
vejo a fotografia
poesia estática
fina pintura
do real
informação precisa
delicada
retrato intenso
e total
VALEU, BETTEGA!!!!!!
Por: Cláudio Bettega - 8:15 PM :: | Toque o seu acorde
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Chego a ficar meio tonto...
Por: Cláudio Bettega - 8:54 AM :: | Toque o seu acorde
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ARNALDO ANTUNES
Ao amigo Kowalski
(lembra que fomos no camarim do cara, Konell junto??)
algo
nos lugares vagos
vaga, pousam
carnes
(ou apenas vozes)
invisíveis
linhas digitais nas curvas
de metal
e caspas
ou talvez fantasmas
nas cadeiras
rostos
ou apenas rastos
no vazio
das mesas
mãos repousam
vozes
(ou apenas carnes)
entre (roupas)
aspas
ou talvez fantasmas
Por: Cláudio Bettega - 8:34 PM :: | Toque o seu acorde
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MARILENA CHAUI, FILÓSOFA, PROFESSORA
DE FILOSOFIA POLÍTICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (USP).
"Que crise social?... " "... O que existe é democracia em pleno funcionamento. É uma coisa espantosa e certamente deixa as pessoas desorientadas porque é uma experiência inédita no país. Mas é a mais profunda experiência de democracia que esse país já teve."
"...Os sinais disso são o fato de que todas as categorias sociais se manifestam livremente, a favor e contra as medidas governamentais.
Os grevistas não são desqualificados como caipiras, atrasados, incompetentes. São levados a sério e se negocia com eles. Há uma claríssima discussão sobre direitos. Tanto a questão de direitos adquiridos e se estão ou não sendo feridos por propostas de reformas quanto a de direitos a serem conquistados, como é o caso da reforma agrária.
Em vez de falar em crise e em desordem, que são os temas preferidos da classe dominante brasileira na sua tradição autoritária, é hora de comemorarmos o fato de que finalmente este país está conhecendo uma experiência democrática. Democracia não é, como querem os liberais, o regime da lei e da ordem. Democracia é o único regime político no qual os conflitos são considerados o princípio mesmo do seu funcionamento."
"... A tragédia da história brasileira tem sido o fato de que toda vez que os conflitos procuram se exprimir legitimamente, imediatamente eles recebem o nome de crise. E a palavra crise para a direita brasileira significa perigo e desordem. É por isso que a democracia nunca vai para frente. Espero que dessa vez vá.
Espero que o conflito possa se realizar. Que o seu trabalho histórico possa se realizar."
"... Na democracia, graças ao trabalho do conflito, a sociedade diz ao governo o que ela pensa, o que quer e como quer que seja feito."
Extraído do jornal "Folha de S. Paulo", de domingo, 03 de agosto de 2003.
Por: Cláudio Bettega - 12:19 PM :: | Toque o seu acorde
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ÃÃhh??? Dois o quê, turco porco??!!! Ah, duzentas?? Duzentas contas?????!!!! ÃÃÃÃHHH???? Vinte paraísos fiscais?????? QQQQuuuuêêê??? Duzentos bilhões de reais desviados??????!!!!! Não????? Dólares?????? Duzentos bilhões de dólares!!!!????!!!!!
Quem???? Quase duzentos milhões de otários no Brasil????????!!!!!!!! Tome no cu, seu porcão!!!!!!!!!! Que tal duzentas e vinte mil porradas na cara, seguidas de duas mil chibatadas numa peregrinação por vinte mil praças públicas no Brasil inteiro???????????
Por: Cláudio Bettega - 4:35 PM :: | Toque o seu acorde
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Taí, amigo UCA POLACO, mais poesia do
Polaco Loco
Paulo Leminski
um bom poema
leva anos
cinco jogando bola,
mais cinco estudando sânscrito,
seis carregando pedra,
nove namorando a vizinha,
sete levando porrada,
quatro andando sozinho,
três mudando de cidade,
dez trocando de assunto,
uma eternidade, eu e você,
caminhando junto
CURITIBAS
Conheço esta cidade
como a palma da minha pica.
Sei onde o palácio,
sei onde a fonte fica.
Só não sei da saudade
a fina flor que fabrica.
Ser, eu sei. Quem sabe,
esta cidade me significa.
Por: Cláudio Bettega - 3:31 PM :: | Toque o seu acorde
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"Enquanto o PSDB não explicar os oito anos de fracasso de seu governo não tem credibilidade para julgar o desempenho de sete meses do governo Lula."
José Genoíno, presidente do PT.
Eu sempre gostei de pensar o processo político com uma visão de esquerda. É claro que não acredito mais em foice e martelo (talvez nos meus dezesseis anos tenha achado que era um logotipo interessante). Freud é pós-Marx e nos provou que não somos todos iguais braços dados ou não. Somos profundamente diferentes, e o capitalismo permite o afloramento das diferenças humanas - permite quem tem espírito empreendedor empreender e permite quem acha que está sendo explorado ficar reclamando. Mas acredito numa ação do Estado para debelar as diferenças e injustiças que a natureza cria. Em 1989 votei em Roberto Freire, não pelo partido e seu logotipo, mas pelo candidato mesmo. Hoje eu acho que quem deveria ter levado era o Mário Covas, na época os tucanos eram confiáveis e o Mário Covas mais ainda. No segundo turno votei no Lula, mas gostaria de ter votado no Brizola. Em 1994 votei no Lula de novo, mas fiquei muito esperançoso depois da vitória do FHC - afinal o cara tinha estabilizado a moeda, era um sociólogo super-respeitado etc e tal. FHC et caterva mantiveram o engodo da âncora cambial e se reelegaram, sem meu voto, que de novo foi do Lula. No segundo mandato a merda toda explodiu de vez, e o povo quis mudar. O Lula ganhou no ano passado e assumiu uma situação extremamente delicada, agravada pelo terrorismo da campanha, com melodrama de Regina Duarte e tudo. Mas não é desculpa para o tatibitate do seu governo. Esperava-se do PT - depois de anos de oposição - pastas e pastas de propostas, soluções, estudos, elaborados em assembléias e pelos acadêmicos dos seus quadros. Onde está tudo isso?? Por que a área social está tão paralisada? Acho que a área econômica foi bem conduzida, havia a necessidade de acalmar o mercado, estancar o medo e abaixar os riscos. Estávamos todos rezando para acabar logo o desgoverno dos PHDs e um grupo com visão humana assumir. Mas já é hora de se pensar no tal espetáculo do crescimento com mais seriedade do que com simples retórica. Ainda acredito.
Por: Cláudio Bettega - 11:41 AM :: | Toque o seu acorde
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Nascido em Curitiba - PR (onde resido), em 12.junho.1971
Formado em Publicidade e Propaganda.
Estudante de Teatro.
Poeta.
"O importante não é o que
fazem com você, mas o que
você faz com o que
fazem com você"
Jean Paul Sartre
"A arte nasce a partir
do momento em que viver
não é mais suficiente
para exprimir a vida"
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